Questõesde UNEB sobre História

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UNEB 2016 - História - Guerra Fria e seus desdobramentos, História Geral

A velocidade das tranformações geopolíticas no cenário internacional, ocorridas no pós-Guerra Fria, foi considerável, fato que desatualizou, praticamente, todos os manuais e atlas geográficos elaborados até aquela data.

A partir dessa informação, aliada aos conhecimentos sobre o espaço geopolítico mundial do pós-Guerra Fria, é correto afirmar que a

A
globalização econômica, obedecendo à lógica do sistema capitalista, conduziu a uma distribuição equitativa da renda entre os países do mundo.
B
fragmentação territorial da ex-Iugoslávia foi um desdobramento dos choques entre as diversas nacionalidades que compunham o país.
C
passagem da década de 80 para a de 90 do século XX foi marcada pelo esgotamento do arranjo geopolítico multipolar e pelo início de uma nova ordem política mundial, que se caracteriza pela redução das desigualdades sociais entre o Norte e o Sul.
D
guerra civil na Síria é apoiada pela Comunidade dos Estados Independente (CEI) e travada entre os curdos, liderados pelo presidente Bashar Al Assad, e os rebeldes muçulmanos xiitas, que sofrem repressão do governo.
E
organização NAFTA apresenta uma forte integração econômica e cultural, que pode ser observada no uso comum do idioma inglês e na livre circulação de pessoas, bens e serviços, entre os países-membros.
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UNEB 2016 - História - Guerra Fria e seus desdobramentos, História Geral

Na história da sociedade ocidental, pode-se corretamente inferir, como exemplo de “setores da mídia que têm prestado grande desserviços aos direitos humanos”,

Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
A
as 95 Teses de Lutero, que defendiam a livre manifestação religiosa, o direito ao pluralismo ecumênico e a livre ação dos anabatistas.
B
a Scotland Yard, instituição paramilitar que estabeleceu uma política de respeito às culturas afro-asiáticas como mecanismo de penetração pacífica, no processo imperialista inglês do século XIX.
C
o New Deal, que determinou o estabelecimento de uma política de contenção salarial apoiada pela população norte-americana, como mecanismo de superação aos efeitos da Crise de 1929.
D
o Serviço de Propaganda do Partido Nazista, na Alemanha hitlerista, que buscou endeusar o caucasiano, os ciganos e os asiáticos, em contraposição à demonização dos judeus.
E
o Macarthismo, que pretendeu transformar qualquer crítica ao governo e à sociedade estadunidense como uma ameaça comunista, no contexto da Guerra Fria.
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UNEB 2016 - História - República Oligárquica - 1889 a 1930, História do Brasil

“A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia”, fato que pode ser observado na ação do Estado brasileiro em relação

Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
A
à Revolta Farroupilha.
B
à Independência da Bahia.
C
ao Movimento Conselheirista de Canudos.
D
à Marcha da Família com Deus pela Liberdade.
E
ao movimento pelas “Diretas Já”.
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UNEB 2016 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

O debate sobre a “ética republicana” adquiriu grande importância na sociedade

Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
A
grega antiga, quando os políticos eram eleitos pela população em geral e, como representantes do povo, buscavam defender os interesses da maioria, contribuindo para o surgimento da ética e da República.
B
romana antiga, momento em que a consolidação da República provocou intensos debates e críticas em relação à corrupção pública e ao conceito de bem público.
C
medieval, quando o poder do monarca era legitimado pela Igreja Católica a partir da submissão do Estado e da Igreja a uma Constituição pautada em princípios cristãos.
D
burguesa moderna, na medida em que os filósofos iluministas defendiam a ampla participação popular como mecanismo de limitação do poder real e de garantia da distribuição de renda.
E
capitalista contemporânea, em decorrência da necessidade de satisfação dos interesses do proletariado, através da limitação do lucro empresarial, como mecanismo de contenção do socialismo.
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UNEB 2014 - História - República Autoritária : 1964- 1984, História do Brasil, Reconstrução Democrática : Governo Sarney

A Constituição brasileira de 1988, promulgada após o restabelecimento do regime democrático, que encerrou o período da ditadura militar no país, garantiu avanços sociais e políticos para a sociedade.

Em relação ao contexto em que o país viveu, durante sua elaboração, promulgação e implementação, é correto afirmar:

A
A elite, temerosa da radicalização política dos grupos armados de esquerda, se opôs à instalação do regime democrático, pressionando os militares para a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, que reinstalasse o regime autoritário.
B
Os interesses do governo José Sarney em garantir uma maioria política nas eleições para o Congresso Constituinte contribuíram para a manutenção do congelamento dos preços e salários, estabelecidos pelo Plano Cruzado, apesar dos sinais de crise.
C
A transição política, negociada entre o regime ditatorial e o democrático, possibilitou a determinação, na Constituição, que, após o último presidente militar, a eleição do primeiro presidente civil seria através do voto universal e direto.
D
A abertura “lenta, gradual e segura”, conduzida pela Escola Superior de Guerra, fez com que a Constituição de 1988 mantivesse a ilegalidade do PCB (Partido Comunista Brasileiro), que, ao atuar na clandestinidade e apoiar o PT, foi perseguido e extinto no governo Collor.
E
O controle da inflação, estabelecido no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, através da implantação do Plano Real, e conseguido através do aumento das taxas de crescimento econômico e da oferta de emprego, foi o fator decisivo da aprovação da Emenda Constitucional que permitiu a reeleição para cargos executivos no país.
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UNEB 2014 - História - História do Brasil, Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889

A abolição da escravidão, no Brasil, decorreu de um longo processo, que envolveu diversos interesses internos e externos, com inúmeros desdobramentos, como se pode inferir

De acordo com o Artigo no 149 do Código Penal brasileiro, são elementos que caracterizam o trabalho análogo ao de escravo: condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador), jornada exaustiva (em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou a sobrecarga de trabalho, que acarreta danos à sua saúde ou risco de vida), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele). Os elementos podem vir juntos ou isoladamente.
O termo “trabalho análogo ao de escravo” deriva do fato de que o trabalho escravo formal foi abolido pela Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. Até então, o Estado brasileiro tolerava a propriedade de uma pessoa por outra, não mais reconhecida pela legislação, o que se tornou ilegal após essa data.
Não é apenas a ausência de liberdade que faz um trabalhador escravo, mas sim de dignidade. Todo ser humano nasce igual em direito à mesma dignidade. E, portanto, nascemos todos com os mesmos direitos fundamentais que, quando violados, nos arrancam dessa condição e nos transformam em coisas, instrumentos descartáveis de trabalho. Quando um trabalhador mantém sua liberdade, mas é excluído de condições mínimas de dignidade, temos também caracterizado trabalho escravo. (O QUE É..., 2014).
A
na ação das bandeiras de destruição dos quilombos, que contiveram a fuga em massa de escravos e acabaram com a resistência à escravidão nos centros urbanos e nas áreas litorâneas, levando os quilombolas a adentrarem, cada vez mais, pelo interior da colônia.
B
no reconhecimento da independência do Brasil por Portugal, que, dependente econômica e financeiramente da Inglaterra, obrigou a nação recém-independente a pagar uma indenização ao trono português e a abolir imediatamente a escravidão.
C
na oposição da aristocracia rural às medidas centralizadoras de Marques de Pombal, que, representando o despotismo esclarecido português, defendia a gradual abolição da escravidão, o que levou à eclosão da Revolta de Beckman e da Guerra entre Emboabas e Mascates.
D
na aprovação do Bill Aberdeen pelo parlamento britânico, que, pressionando o Brasil, contribuiu para o estabelecimento da Lei Eusébio de Queiróz, cujo desdobramento foi o processo de imigração europeia, imbuído pelas ideias difundidas pela teoria do branqueamento.
E
na aprovação da Lei do Ventre Livre, que causou uma imediata crise no setor cafeeiro do Vale do Paraíba e no setor açucareiro do Nordeste, pela ausência de trabalhadores que pudessem, posteriormente, resolver a questão do envelhecimento da mão de obra escrava.
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UNEB 2014 - História - Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa, História Geral

A concepção de que “Todo ser humano nasce igual em direito à mesma dignidade. E, portanto, nascemos todos com os mesmos direitos fundamentais” se constituiu historicamente com

De acordo com o Artigo no 149 do Código Penal brasileiro, são elementos que caracterizam o trabalho análogo ao de escravo: condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador), jornada exaustiva (em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou a sobrecarga de trabalho, que acarreta danos à sua saúde ou risco de vida), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele). Os elementos podem vir juntos ou isoladamente.
O termo “trabalho análogo ao de escravo” deriva do fato de que o trabalho escravo formal foi abolido pela Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. Até então, o Estado brasileiro tolerava a propriedade de uma pessoa por outra, não mais reconhecida pela legislação, o que se tornou ilegal após essa data.
Não é apenas a ausência de liberdade que faz um trabalhador escravo, mas sim de dignidade. Todo ser humano nasce igual em direito à mesma dignidade. E, portanto, nascemos todos com os mesmos direitos fundamentais que, quando violados, nos arrancam dessa condição e nos transformam em coisas, instrumentos descartáveis de trabalho. Quando um trabalhador mantém sua liberdade, mas é excluído de condições mínimas de dignidade, temos também caracterizado trabalho escravo. (O QUE É..., 2014).
A
a superação da sociedade estamental, e estabelecida pela Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, no processo da Revolução Francesa.
B
a Declaração dos Direitos (Bill of Rights), aprovada pelo parlamento britânico, que criou a igualdade jurídica entre os cidadãos, durante o processo da Revolução Gloriosa.
C
a independência dos Estados Unidos, momento em que a igualdade de direitos foi consolidada com o fim da escravidão e a ruptura político-econômica com a Inglaterra.
D
o Manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels, que estabeleceu os mesmos direitos para o proletariado e a burguesia, sem distinção legal.
E
as Teses de Abril, defendidas por Josef Lenin, durante o Congresso do Partido Bolchevique, defendendo a necessidade de uma aliança temporária com a burguesia, para a derrubada do czarismo russo.
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UNEB 2014 - História - História do Brasil, Processo de Independência: dos movimentos nativistas à libertação de Portugal

A história da escravidão no Brasil é marcada pela luta e pela resistência do povo negro, observadas em um movimento de forte conteúdo étnico-racial de oposição à escravidão ocorrido no país, que foi a

De acordo com o Artigo no 149 do Código Penal brasileiro, são elementos que caracterizam o trabalho análogo ao de escravo: condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador), jornada exaustiva (em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou a sobrecarga de trabalho, que acarreta danos à sua saúde ou risco de vida), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele). Os elementos podem vir juntos ou isoladamente.
O termo “trabalho análogo ao de escravo” deriva do fato de que o trabalho escravo formal foi abolido pela Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. Até então, o Estado brasileiro tolerava a propriedade de uma pessoa por outra, não mais reconhecida pela legislação, o que se tornou ilegal após essa data.
Não é apenas a ausência de liberdade que faz um trabalhador escravo, mas sim de dignidade. Todo ser humano nasce igual em direito à mesma dignidade. E, portanto, nascemos todos com os mesmos direitos fundamentais que, quando violados, nos arrancam dessa condição e nos transformam em coisas, instrumentos descartáveis de trabalho. Quando um trabalhador mantém sua liberdade, mas é excluído de condições mínimas de dignidade, temos também caracterizado trabalho escravo. (O QUE É..., 2014).
A
Revolta de Vila Rica.
B
Inconfidência Mineira.
C
Revolta dos Búzios.
D
Revolta Farroupilha.
E
Sabinada.
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UNEB 2018 - História - História Geral, Trinta anos de ouro: mundo capitalista (1945- 1975)

Caro leitor, de início, é preciso esclarecer o seguinte: a expressão “o ano de 1968” encerra muito mais coisas, fatos e transformações do que podemos imaginar à primeira vista. Ela tornou-se uma espécie de referência (algo emblemático mesmo) para acontecimentos realmente revolucionários, que ocorreram a partir da segunda metade dos anos 60 até o início dos anos 70 [século XX]. No plano político, por exemplo, a chamada “guerra fria” acirrava ainda mais a luta político-ideológica entre a ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e os Estados Unidos. Mais do que uma disputa bélica, que para o bem da humanidade não chegou a se concretizar, estava por trás desse conflito o jogo político de supremacia do capitalismo sobre o comunismo ou vice-versa. (CARO LEITOR... 2018).

A década de 60 ficou conhecida como Os Anos Rebeldes e, especialmente o ano de 1968, como A Grande Recusa, período que foi caracterizado

A
pelo estabelecimento do Ato Institucional No 5, no Brasil, que eliminou a ameaça comunista, consolidou o regime autoritário e possibilitou o início do processo de abertura política e democrática.
B
pela adoção da política de Coexistência Pacífica entre os Estados Unidos e a União Soviética, eliminando os conflitos bélicos diretos relacionados à Guerra Fria durante esse período.
C
pela Primavera de Praga, movimento duramente reprimido pelo Pacto de Varsóvia, com o objetivo de impedir a restauração do capitalismo no Leste Europeu, patrocinado pelos Estados Unidos.
D
pela revolta estudantil de maio de 1968, na França, na qual estudantes pequenos burgueses, alienados politicamente, adotam uma postura conhecida como os rebeldes sem causa.
E
pelo crescimento do movimento hippie, que criticava a sociedade consumista capitalista e o burocratismo e autoritarismo do socialismo stalinista, buscando uma sociedade alternativa.
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UNEB 2018 - História - Período Colonial: produção de riqueza e escravismo, História do Brasil

O estabelecimento do modelo escravista brasileiro perpassou a época colonial e adentrou pelo período imperial, refletindo-se desde a época republicana até a contemporaneidade.
Em relação a este processo, pode-se inferir que a

No Brasil, como em outras partes, os escravos negociaram mais do que lutaram abertamente contra o sistema. Trata-se do heroísmo prosaico de cada dia. “Apesar das chicotadas, das dietas inadequadas, da saúde seriamente comprometida ou do esfacelamento da família pela venda, os escravos conseguiram viver seu dia a dia”, conforme analisou Sandra Graham. “Relativamente poucos, na verdade, assassinaram seus senhores, ou participaram de rebeliões, enquanto a maioria, por estratégia, criatividade ou sorte, ia vivendo da melhor forma possível”. Como verbalizaram os próprios escravos, no Sul dos Estados Unidos, “os brancos fazem como gostam; os pretos, como podem”. (REIS. 1989. p 14).
A
adaptação do africano ao trabalho compulsório contribuiu para as poucas manifestações de revoltas escravas, restritas a ações individuais e isoladas.
B
inexistência de uma resistência escrava diante do trabalho servil, possibilitou a grande longevidade dos negros e o harmônico funcionamento do sistema colonial.
C
relação entre os senhores e escravos variava, do combate aberto dos escravos a estratégias de resistências mais sutis, como a prática da religiosidade e a manutenção de aspectos culturais.
D
a Lei de Terras, de 1850, buscava fixar o negro à terra, estabelecendo um laço de identidade ao país, evitando a escassez de mão de obra no processo, que já se consolidava, da abolição da escravidão.
E
a Frente Negra Brasileira objetivada o apoio ao projeto nacionalista getulista e à disseminação da ideologia da democracia racial no Brasil.
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UNEB 2018 - História - História Geral, Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial decorreu de uma série de transformações na sociedade capitalista, a partir do século XIX, fruto do contexto da época. Suas repercussões provocaram desdobramentos que influenciaram os principais acontecimentos do século XX.

Em relação a esse contexto, é correto afirmar:

Mais de 70 líderes mundiais celebraram, neste domingo (11), em Paris, o centenário do armistício que selou o fim da Primeira Guerra Mundial. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o russo, Vladimir Putin, o turco Recep Tayyip Erdogan e a chanceler alemã, Angela Merkel, participaram de um ato solene presidido pelo francês Emmanuel Macron. Em seu discurso como mestre de cerimônias, o líder da França criticou o crescente nacionalismo na América e na Europa. “O nacionalismo é uma traição ao patriotismo”, disse ele. O presidente pediu aos colegas que rejeitassem “o fascínio pela retirada, pela violência e pela dominação”. (LÍDERES... 2018).
A
O desenvolvimento do capitalismo liberal e a adoção do dólar como valor de referência mundial, arruinou a economia europeia, contribuindo para o acirramento das tensões internacionais que conduziram a Europa à Primeira Guerra Mundial.
B
A partilha da África, estabelecida pela Conferência de Berlim, mostrou-se um instrumento eficaz na manutenção da paz mundial, ao respeitar o princípio da autodeterminação dos povos e criar o equilíbrio entre o potencial econômico das nações capitalistas e a posse de colônias.
C
Os interesses imperialistas da Rússia desencadearam a Revolução Socialista, cuja política expansionista provocou a anexação de territórios no Leste Europeu e o acirramento do conflito com a Alemanha nazista.
D
O crescimento da economia dos Estados Unidos, após a Primeira Guerra Mundial, baseou-se entre diversos fatores, na grande especulação financeira, cujas bases ruíram com a perda de confiança no sistema financeiro e com a recuperação da economia europeia.
E
A ascensão do nacional socialismo alemão se assentou em uma grande base de apoio popular da classe trabalhadora e na oposição do capital financeiro e produtivo alemão, devido às políticas sociais de caráter esquerdizante e de limitação do lucro capitalista.
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UNEB 2018 - História - Construção de Estados e o Absolutismo, História Geral

O nacionalismo se manifestou de diversas maneiras e através de várias facetas, no decorrer do desenvolvimento da história das civilizações, como se pode inferir

Mais de 70 líderes mundiais celebraram, neste domingo (11), em Paris, o centenário do armistício que selou o fim da Primeira Guerra Mundial. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o russo, Vladimir Putin, o turco Recep Tayyip Erdogan e a chanceler alemã, Angela Merkel, participaram de um ato solene presidido pelo francês Emmanuel Macron. Em seu discurso como mestre de cerimônias, o líder da França criticou o crescente nacionalismo na América e na Europa. “O nacionalismo é uma traição ao patriotismo”, disse ele. O presidente pediu aos colegas que rejeitassem “o fascínio pela retirada, pela violência e pela dominação”. (LÍDERES... 2018).
A
na formação e na centralização política dos Estados Nacionais, cujos interesses liberais burgueses se chocavam com o poder absolutista real, defensor de uma política mercantilista que obstaculizava o surgimento de um mercado nacional.
B
no Renascimento Cultural, que reforçou a identidade cultural na Itália, levando ao processo de centralização política e criando condições para a expansão econômica sobre o Mar Mediterrâneo e o controle das rotas de especiarias.
C
no conflito entre o império napoleônico, que buscava submeter os povos livres à França imperialista, com a Inglaterra, defensora dos princípios democráticos e da autodeterminação dos povos, concretizados na Declaração dos Direitos, no processo da Revolução Gloriosa.
D
nos movimentos liberais contra a tentativa de reestabelecimento do Antigo Regime, através do Congresso de Viena e da Santa Aliança, e nas ações da Primavera dos Povos, em 1848, que teve a participação da classe trabalhadora, e a presença das ideias socialistas
E
no processo de descolonização africana, através do pan-africanismo, que resultou na criação da Organização da Unidade Africana (OUA) e no redimensionamento das fronteiras nacionais, respeitando-se as identidades étnicas e culturais.
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UNEB 2018 - História - História Geral, Ocupação de novos territórios: Colonialismo

O desenvolvimento das sociedades ocidentais foi marcado por um processo de violência, que se manifestava pela existência do trabalho compulsório.

No decorrer dessa evolução, pode-se inferir que o trabalho, nas sociedades

No Brasil, como em outras partes, os escravos negociaram mais do que lutaram abertamente contra o sistema. Trata-se do heroísmo prosaico de cada dia. “Apesar das chicotadas, das dietas inadequadas, da saúde seriamente comprometida ou do esfacelamento da família pela venda, os escravos conseguiram viver seu dia a dia”, conforme analisou Sandra Graham. “Relativamente poucos, na verdade, assassinaram seus senhores, ou participaram de rebeliões, enquanto a maioria, por estratégia, criatividade ou sorte, ia vivendo da melhor forma possível”. Como verbalizaram os próprios escravos, no Sul dos Estados Unidos, “os brancos fazem como gostam; os pretos, como podem”. (REIS. 1989. p 14).
A
romana e grega da Antiguidade, era baseado na superioridade racial do homem branco, o que justificava a base da produção escravista clássica.
B
ameríndias, anteriores à chegada dos europeus na América, era livre e assalariado, recompensado com sementes de cacau e quilos de ouro e prata.
C
indígenas brasileiras, era baseado na coerção do chefe tribal sobre a comunidade, mecanismo reforçado com a sistematização da exploração do pau-brasil, durante a colonização.
D
africanas, anteriores aos processo colonialista, era pautado na riqueza produzida pelo tráfico transatlântico, que fornecia lucros para a elite local.
E
ibero-americanas pautava-se na escravidão do africano como mecanismo de acumulação de capital, através do controle mercantil do tráfico negreiro.
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UNEB 2018 - História - História Geral, A estruturação do Estado norte-americano : território, cidadania e política

Os desdobramentos da história da escravidão nos Estados Unidos produziram reflexos que se fazem sentir até os dias atuais. Nesse contexto pode-se afirmar que

No Brasil, como em outras partes, os escravos negociaram mais do que lutaram abertamente contra o sistema. Trata-se do heroísmo prosaico de cada dia. “Apesar das chicotadas, das dietas inadequadas, da saúde seriamente comprometida ou do esfacelamento da família pela venda, os escravos conseguiram viver seu dia a dia”, conforme analisou Sandra Graham. “Relativamente poucos, na verdade, assassinaram seus senhores, ou participaram de rebeliões, enquanto a maioria, por estratégia, criatividade ou sorte, ia vivendo da melhor forma possível”. Como verbalizaram os próprios escravos, no Sul dos Estados Unidos, “os brancos fazem como gostam; os pretos, como podem”. (REIS. 1989. p 14).
A
a colonização das Treze Colônias inglesas estabeleceu uma escravidão amena e com uma relativa mobilidade social, consequência da política de negligência salutar.
B
a consolidação de uma sociedade liberal, igualitária e democrática, após a independência política, se concretizou com a extensão do direito de cidadania a todo habitante da ex-colônia.
C
a abolição da escravidão, estabelecida nos Estados Unidos no contexto da Guerra de Secessão, objetivava, dentre vários fatores, desorganizar a produção sulista e derrotar definitivamente os confederados.
D
o movimento dos Panteras Negras buscava implantar uma república negra socialista nos Estados Unidos, atacando, principalmente, as ideias conciliadoras de Martin Luther King.
E
a eleição para presidente de Barack Obama opôs a supremacia branca, do partido republicano, e os negros, base de apoio dos democratas, substituindo a disputa ideológica pela étnica-racial e política no país.
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UNEB 2009 - História - História Geral, Imperialismo e Colonialismo do século XIX

Identifique as afirmativas verdadeiras.

A leitura do poema, aliada aos conhecimentos sobre o continente africano e sua história, permite afirmar:


I. A colonização da África pelos europeus foi facilitada pelos seus aspectos naturais, como um litoral recortado, um relevo predominantemente de planícies e grandes riquezas minerais.


II. A colonização europeia implantou novas formas de produção agrícola, sem desarticular o processo produtivo já existente no continente, o que explica a sua baixa produtividade atual.


III. Os versos evidenciam o fato de a partilha do continente africano não ter considerado a sua diversidade étnica, o que resultou na emergência de conflitos internos, após a descolonização.


IV. Os atuais conflitos que se verificam no continente são uma consequência das pressões demográficas e da necessidade de se estender as áreas agrícolas, não sendo, portanto, provocados por diferenças ideológicas, como no passado.


V. A África Subsaariana, por possuir solos mais férteis e não sofrer escassez de água, é a região que concentra o maior número de conflitos armados no continente.


A alternativa que indica todas as afirmativas verdadeiras é a

“Nós, filhos da tragédia,
trazemos no peito feridas incuráveis,
e uma história de humanidade desumanizada.
Na Argélia ou na Bósnia, em Ruanda ou Uganda...
Quantos Somos? Dezenas. Milhares...
Vidas assassinadas,
Sonhos roubados,
Direitos violados.
Vivemos numa cidade perturbada,
Onde o sangue jorra,
Onde o terror é o rei
E a arbitrariedade tem mais força que a lei.

Nós, filhos da tragédia,
Precisamos de alívio,
proteção, carinho, orientação...
Carregamos o destino da humanidade.
Pensem em transformar em uma sinfonia
de paz e fraternidade as declarações que assinaram
A Declaração dos Direitos do Homem é o nosso guia”.
 (MOHAMMED, In: MAGALHÃES et al, 2005, p. 186)
A
I e II
B
II e IV
C
III e IV
D
I, III e V
E
I, II, IV e V
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UNEB 2017 - História - Guerra Fria e seus desdobramentos, História Geral

A Guerra Fria consistiu em uma etapa especial da história da humanidade, na qual o sistema internacional organizou-se em torno de dois polos de poder de âmbito planetário.

Dentre os acontecimentos que marcaram essa fase, não se encontra a

A
Revolução Cubana e o alinhamento desse país à URSS.
B
criação do Pacto de Varsóvia, organização militar entre países do Leste europeu e a URSS.
C
construção do muro de Berlim, dividindo a cidade em duas áreas, uma capitalista e outra socialista.
D
Guerra do Vietnã, que foi motivada por questões ideológicas e contou com a intensa participação do exército norte-americano.
E
Guerra do Golfo, iniciada após as tropas iraquianas terem invadido o Kuwait.
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UNEB 2017 - História - República Autoritária : 1964- 1984, História do Brasil

Criado em 30 de novembro de 1964, sendo, portanto, uma obra do regime militar que acabava de ser instalado no Brasil, através do golpe militar de 31 de março de 1964.

A informação refere-se

A
às Ligas Camponesas, um movimento de luta pela reforma agrária, que tinha como objetivo, dentre outros, prestar assistência médica aos camponeses.
B
ao Estatuto da Terra, cuja criação estava intimamente ligada ao clima de insatisfação reinante no meio rural.
C
à Lei de Terras, uma iniciativa no sentido de organizar a propriedade privada por compra e venda ou por doação do Estado.
D
ao Estatuto do Trabalhador Rural, que estabelecia normas para criação de sindicatos agrícolas mistos que englobassem empregados e empregadores.
E
ao movimento dos trabalhadores rurais sem-terra, organizado em todos os estados do país, que priorizava a colonização de terras devolutas e de latifúndios improdutivos.
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UNEB 2017 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios), Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)

Os conflitos entre os humanos acompanham a história da humanidade, desde seus primórdios, podendo-se inferir que

Antes da domesticação, as fronteiras eram fluidas. A liberdade de abandonar um bando por outro fazia parte integral da vida do coletor-caçador. A integração mais ou menos obrigatória exigida pelas sociedades complexas prepara o terreno propício para a violência organizada. Em muitos lugares, as chefias nasceram da supressão da independência das comunidades menores. A centralização proto-política nas Américas foi com frequência impulsionada pelas tribos que tentavam desesperadamente confederar-se para combater ao invasor europeu. As civilizações antigas foram criadas em função da guerra e se pode dizer que a guerra é, ao mesmo tempo, a causa e o resultado deste estado.
Não mudou grande coisa desde que a guerra foi instituída pela primeira vez, enraizada no ritual e encontrando terra fértil na domesticação. Marshall Sahlins primeiramente apontou que o crescimento do trabalho segue o desenvolvimento da cultura simbólica. Pode se dizer que a cultura gera a guerra, apesar das declarações contrárias. Depois de tudo, o caráter impessoal da civilização se desenvolve com o surgimento do simbólico. Os símbolos (por exemplo, as bandeiras nacionais) permitem a nossa espécie desumanizar os nossos semelhantes, o que possibilita a carnificina sistemática dentro da espécie. (ANTES DA DOMESTICAÇÃO... 2017)
A
a centralização política e administrativa que contribuiu para a formação do Estado centralizado no Egito Antigo e nas sociedades mesopotâmicas decorreu da necessidade de os povos coletores e caçadores se protegerem da concorrência comercial externa.
B
o surgimento e a formação das primeiras civilizações e dos Estados centralizados na América resultou da necessidade das comunidades nômades ameríndias de se unirem contra os invasores europeus, no processo de colonização mercantilista.
C
a formação dos Estados Nacionais, na época moderna, ocorreu com o objetivo de os europeus se protegerem do processo de invasão dos normandos, magiares e muçulmanos, o que acelerou o processo de urbanização e da aliança entre o rei, a burguesia e a nobreza.
D
o nacionalismo, característico do século XIX, identificado com as ondas revolucionárias de 1820, 1830 e 1848, foi uma reação da burguesia contra as tentativas do restabelecimento do Antigo Regime, a partir das deliberações do Congresso de Viena.
E
o protecionismo, com o fim da Segunda Guerra Mundial, foi imposto às colônias afro-asiáticas pelas antigas metrópoles, como uma tentativa de manter os laços de dominação econômica e evitar a influência soviética nessas regiões.
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UNEB 2017 - História - História Geral, Imperialismo e Colonialismo do século XIX

As relações entre a África e o Ocidente, ao longo da história, alteraram profundamente as características socioeconômicas e políticas das sociedades africanas.

Nesse contexto, pode-se inferir que a

Um ataque suicida [...] deixou 50 mortos em uma mesquita na cidade de Mubi, no nordeste da Nigéria, segundo autoridades locais. [...]
“No momento, temos, pelo menos, 50 mortos e vários feridos após um ataque suicida na terça-feira contra uma mesquita de Mubi, durante a oração matutina”, declarou à AFP o porta-voz da polícia do estado de Adamawa, Othman Abubakar.
Abukabar acrescentou que o autor do ataque tinha cerca de 17 anos, segundo a CNN.
Presença terrorista - O estado de Adamawa, onde se localiza Mubi, teve parte de seu território tomado pela milícia radical Boko Haram, em 2014. Apesar de terem sido expulsos por tropas do governo no ano seguinte, os insurgentes têm realizado ataques terroristas frequentes na região.
O atentado guarda semelhanças com diversas ações do Boko Haram, que costuma agir com homens-bomba em locais públicos de grande movimentação, como mesquitas e mercados.
O grupo terrorista promove uma insurgência no nordeste da Nigéria, bem como em regiões próximas de outros países, desde 2009, como forma de estabelecer um estado islâmico fundamentalista na região. Desde então, as ações do Boko Haram mataram mais de 20 mil pessoas e forçaram mais de 2 milhões a deixarem suas casas. (ATAQUE SUICIDA... 2017).
A
ausência de um Estado centralizado e de sociedades estratificadas socialmente na África foi fundamental para o estabelecimento do processo de escravização dos negros africanos pelos europeus.
B
criação de fronteiras artificiais, durante a ação neocolonialista, contribuiu para o surgimento de conflitos étnicos nacionalistas nas sociedades africanas, durante o processo de descolonização.
C
necessidade do controle sobre as áreas fornecedoras de escravos e a divisão equitativa, entre as potências imperialistas, das rotas de tráfico, provocaram a convocação da Conferência de Berlim.
D
islamização do norte da África, após a expulsão dos colonizadores europeus, fez retroceder a exploração de sal e de ouro, provocando uma retração das atividades econômicas e o retorno à economia de subsistência na região.
E
aproximação das ex-colônias africanas com os Estados Unidos e a União Soviética, no contexto da Guerra Fria, contribuiu para a superação dos conflitos religiosos e e de caráter étnico-nacionalista.
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UNEB 2017 - História - História do Brasil, Processo de Independência: dos movimentos nativistas à libertação de Portugal

Descendentes de africanos sudaneses, Maria Felipa nasceu em Itaparica e fez história por sua grande coragem nos combates travados contra os portugueses. [...] Muito querida na ilha, ganhava a vida vendendo marisco. Sua participação na luta pela independência da Bahia foi bastante ativa, não se limitando a discursos inflamados. Suas armas, no entanto, foram a inteligência, a coragem e a solidariedade. Maria Felipa atuou na guerra como enfermeira e como uma eficiente informante, mas ganhou fama no episódio em que liderou um grupo de 40 outras corajosas mulheres contra soldados portugueses. Segundo historiadores, elas avistaram a esquadra de 42 embarcações lusitanas ancoradas nas imediações da Ilha de Itaparica aguardando a ordem para invadir Salvador e reprimir as ações pela independência baiana. Algumas dessas guerreiras baianas, então, se aproximaram dos dois vigias da esquadra – Araújo Mendes e Guimarães das Uvas – e dotadas de encantos, os seduziram. Certos de que teriam alguns momentos de prazer, eles as levaram para um local mais distante e baixaram a guarda. Já nus, foram surpreendidos com uma surra de galhos de cansanção (planta que provoca uma grande sensação de queimadura ao tocar a pele). Logo após renderem os guardas, o grupo de mulheres lideradas por Maria Felipa ateou fogo em todas as embarcações portuguesas, o que enfraqueceu consideravelmente as tropas e as pretensões portuguesas de invadir Itaparica. (HISTORIA DE... 2017).

A história da afro-brasileira Maria Felipa remonta à formação socioeconômica do Brasil colonial e ao processo de independência do Brasil.

Nesse contexto, é correto afirmar que a

A
homogeneidade cultural dos africanos escravizados possibilitou o surgimento de movimentos de resistência contra a dominação portuguesa e a escravidão, como as conjurações mineira e baiana.
B
decadência da economia canavieira nordestina, resultante da descoberta do ouro na região da Minas Gerais, contribuiu para o crescimento de negros alforriados na Bahia.
C
Corte Portuguesa no Brasil, ao estabelecer uma maior dependência com a Inglaterra, através da abertura dos portos, fez aumentar a pressão inglesa para abolição do tráfico negreiro no Brasil, neste período.
D
influência da independência do Haiti no Brasil provocou uma revolta generalizada da mão de obra escrava, que desembocou na ruptura dos laços de dependência com Portugal.
E
resistência portuguesa na Bahia contribuiu para que o processo de independência baiana ocorresse através de um movimento popular, diferentemente do seu caráter elitista no centro sul.