Questõesde UFTM sobre História do Brasil

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Foram encontradas 20 questões
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UFTM 2013, UFTM 2013 - História - República Autoritária : 1964- 1984, História do Brasil

Entre as principais características do regime militar brasileiro (1964-1985), podemos citar

A
o forte autoritarismo político, existente desde 1964 e intensificado após a decretação do AI-5, em 1968.
B
o esforço de privatização de empresas estatais, principalmente nos setores energético e de informática.
C
a disposição de desenvolver armamentos atômicos, conforme definido no acordo nuclear com a Alemanha, em 1975.
D
a unidade das Forças Armadas, expressa nas negociações para as sucessões presidenciais de 1967 e 1974.
E
a manutenção de boas relações diplomáticas com os países da América, independentemente da posição política ou ideológica de seus governos.
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UFTM 2013, UFTM 2013 - História - História do Brasil, Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889

Em meio à “série de acontecimentos” que “iria reanimar as atividades industriais” no Brasil do final da década de 1860, podem-se citar

    As poucas fábricas que subsistiram durante as décadas de 1840 a 1870 se mantiveram graças a privilégios de exploração, de subvenções governamentais na forma de empréstimos e isenções de direitos de importação; em certas regiões, como o único substituto possível à produção agrícola decadente, enquanto, em outras, as dificuldades de comunicação e o alto custo do transporte atuavam como meios de proteção.
    Uma série de acontecimentos iria, contudo, reanimar as atividades industriais, no fim da década de sessenta.

(Sérgio Buarque de Holanda. O Brasil monárquico. Declínio e queda do Império, 1985. Adaptado.)
A
a Guerra Civil norte-americana e a Guerra do Paraguai, que estimularam a indústria de tecidos.
B
a Lei do Ventre Livre, que liberou farta mão de obra para o setor industrial urbano.
C
as campanhas militares no Rio da Prata, que expandiram a fronteira agrícola e geraram excedente financeiro a ser investido na indústria.
D
as reformas alfandegárias, que reduziram os impostos de importação e estabeleceram o regime de livre câmbio.
E
a Lei Eusébio de Queirós, que prejudicou a produção agrícola e facilitou o deslocamento de capitais para o setor industrial.
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UFTM 2013 - História - História do Brasil, República de 1954 a 1964

O regime liberal-democrático, inaugurado no Brasil em 1946, foi permanentemente ameaçado por tentativas de golpe de Estado. Uma dessas tentativas ocorreu quando

A
o Partido Comunista foi legalizado durante o governo do presidente Eurico Gaspar Dutra.
B
a Ação Integralista Brasileira rebelou-se militarmente contra o governo de Getúlio Vargas.
C
o governo de João Goulart introduziu arbitrariamente o regime parlamentarista na Constituição brasileira.
D
setores civis e militares procuraram impedir a posse de Juscelino Kubitschek na presidência da República.
E
Jânio Quadros tornou-se presidente da República, beneficiado por fraudes eleitorais.
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UFTM 2013 - História - República Oligárquica - 1889 a 1930, História do Brasil

A Revolta da Vacina (1904) e a Revolta da Chibata (1910) podem ser consideradas

A
resíduos absolutistas que resistiram aos governos militares do início da República.
B
exemplos de revoltas populares dirigidas por líderes operários e socialistas.
C
formas de resistência camponesa num momento em que a atenção do poder público, no Brasil, se voltava prioritariamente às cidades.
D
demonstrações do baixo grau de politização das Forças Armadas brasileiras na Primeira República.
E
resultados da precariedade dos espaços institucionais de manifestação e expressão popular durante a Primeira República.
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UFTM 2013 - História - Período Colonial: produção de riqueza e escravismo, História do Brasil

A Portugal, a economia do ouro proporcionou apenas uma aparência de riqueza [...]. Como agudamente observou o Marquês de Pombal, na segunda metade do século XVIII, o ouro era uma riqueza puramente fictícia para Portugal.

(Celso Furtado. Formação econômica do Brasil, 1971. Adaptado.)

A afirmação do texto, relativa à economia do ouro no Brasil colonial, pode ser explicada

A
pelos acordos diplomáticos entre Portugal e Espanha, que definiam que as áreas mineradoras, embora estivessem em território sob domínio português, fossem exploradas prioritariamente por espanhóis.
B
pelas sucessivas revoltas contra os impostos na região das Minas, que paralisavam seguidamente a exploração do minério e desperdiçavam a oportunidade de enriquecimento rápido.
C
pela forte dependência comercial de Portugal com a Inglaterra, que fazia com que boa parte do ouro obtido no Brasil fosse transferido para os cofres ingleses.
D
pela incapacidade portuguesa de explorar e transportar o ouro brasileiro, o que levava a Coroa de Portugal a conceder a estrangeiros os direitos de extração do minério.
E
pelo grande contrabando existente na região das Minas Gerais, que não era reprimido pelos portugueses e impedia que os minérios chegassem à Metrópole.
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UFTM 2013 - História - República Oligárquica - 1889 a 1930, História do Brasil

Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados

“Vício na fala”, de 1925, é um dos mais conhecidos registros poéticos do Modernismo. Entre as características do movimento que ele apresenta, podemos identificar a:

A
rejeição do eruditismo e do engajamento político
B
defesa da norma culta e do academicismo.
C
valorização da língua falada e do coloquialismo
D
celebração da vida rural e da modernidade.
E
crítica às políticas públicas na educação e na saúde
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UFTM 2013, UFTM 2013 - História - História do Brasil, Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889

O avanço industrial brasileiro nas três primeiras décadas do Segundo Reinado

As poucas fábricas que subsistiram durante as décadas de 1840 a 1870 se mantiveram graças a privilégios de exploração, de subvenções governamentais na forma de empréstimos e isen­ções de direitos de importação; em certas regiões, como o único substituto possível à produção agrícola decadente, enquanto, em outras, as dificuldades de comunicação e o alto custo do trans­ porte atuavam como meios de proteção.
Uma série de acontecimentos iria, contudo, reanimar as ati­vidades industriais, no fim da década de sessenta
.
A
foi estimulado pelas obras de infraestrutura desenvolvidas pelo governo imperial e pelo crescimento acelerado do mercado interno.
B
dependeu, sobretudo, de investimentos estrangeiros e do apoio tecnológico britânico.
C
foi limitado pela política governamental de estimular a descentralização da economia e apoiar a monocultura açucareira.
D
dependeu, sobretudo, do empreendedorismo de alguns industriais e da expansão geral da economia brasileira no período.
E
foi limitado em função da forte pressão norte-americana para que o Brasil importasse a maioria dos manufaturados e industrializados que consumia.
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UFTM 2012 - História - História do Brasil, Era Vargas – 1930-1954

O regime liberal-democrático, inaugurado no Brasil em 1946, foi permanentemente ameaçado por tentativas de golpe de Estado. Uma dessas tentativas ocorreu quando

A
o Partido Comunista foi legalizado durante o governo do presidente Eurico Gaspar Dutra.
B
a Ação Integralista Brasileira rebelou-se militarmente contra o governo de Getúlio Vargas.
C
o governo de João Goulart introduziu arbitrariamente o regime parlamentarista na Constituição brasileira.
D
setores civis e militares procuraram impedir a posse de Juscelino Kubitschek na presidência da República.
E
Jânio Quadros tornou-se presidente da República, beneficiado por fraudes eleitorais.
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UFTM 2012 - História - Período Colonial: produção de riqueza e escravismo, História do Brasil

A Portugal, a economia do ouro proporcionou apenas uma apa­rência de riqueza [...]. Como agudamente observou o Marquês de Pombal, na segunda metade do século XVIII, o ouro era uma riqueza puramente fictícia para Portugal.
(Celso Furtado. Formação econômica do Brasil, 1971. Adaptado.)


A afirmação do texto, relativa à economia do ouro no Brasil colonial, pode ser explicada

A
pelos acordos diplomáticos entre Portugal e Espanha, que definiam que as áreas mineradoras, embora estivessem em território sob domínio português, fossem exploradas prioritariamente por espanhóis.
B
pelas sucessivas revoltas contra os impostos na região das Minas, que paralisavam seguidamente a exploração do minério e desperdiçavam a oportunidade de enriquecimento rápido.
C
pela forte dependência comercial de Portugal com a Inglaterra, que fazia com que boa parte do ouro obtido no Brasil fosse transferido para os cofres ingleses.
D
pela incapacidade portuguesa de explorar e transportar o ouro brasileiro, o que levava a Coroa de Portugal a conceder a estrangeiros os direitos de extração do minério.
E
pelo grande contrabando existente na região das Minas Gerais, que não era reprimido pelos portugueses e impedia que os minérios chegassem à Metrópole.
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UFTM 2012 - História - Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831, História do Brasil, Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889

O fato de ser a única monarquia na América levou os governan­tes do Império a apontarem o Brasil como um solitário no conti­nente, cercado de potenciais inimigos. Temia­se o surgimento de uma grande república liderada por Buenos Aires, que poderia vir a ser um centro de atração sobre o problemático Rio Grande do Sul e o isolado Mato Grosso. Para o Império, a melhor garantia de que a Argentina não se tornaria uma ameaça con­creta estava no fato de Paraguai e Uruguai serem países inde­pendentes, com governos livres da influência argentina.
(Francisco Doratioto. A Guerra do Paraguai, 1991.)


A partir das preocupações citadas no texto, o Império brasileiro agiu no Prata,

A
intervindo na Banda Oriental e anexando-a ao território brasileiro, com o nome de Província Cisplatina.
B
aproveitando as lutas internas nos países vizinhos e apoiando as facções que garantissem a livre navegação dos rios da região.
C
rejeitando a atuação da Tríplice Aliança, que pretendia intervir no Paraguai, para submetê-lo aos interesses de Buenos Aires.
D
tolerando as revoltas regionalistas no sul de seu próprio território e intensificando a integração comercial com os países vizinhos.
E
apoiando a Confederação Argentina de Juan Manuel Rosas, que defendia a fragmentação política na região.
a5831616-59
UFMT 2012, UFTM 2012 - História - República Oligárquica - 1889 a 1930, História do Brasil

A Revolta da Vacina (1904) e a Revolta da Chibata (1910) podem ser consideradas

A
resíduos absolutistas que resistiram aos governos militares do início da República.
B
exemplos de revoltas populares dirigidas por líderes operários e socialistas.
C
formas de resistência camponesa num momento em que a atenção do poder público, no Brasil, se voltava prioritariamente às cidades.
D
demonstrações do baixo grau de politização das Forças Armadas brasileiras na Primeira República.
E
resultados da precariedade dos espaços institucionais de manifestação e expressão popular durante a Primeira República.
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UFMT 2012, UFTM 2012 - História - Independências das regiões hispano-americanas: México, América Central e América do Sul, História do Brasil, História da América Latina, Processo de Independência: dos movimentos nativistas à libertação de Portugal

Os processos de independência política no Brasil e na América Hispânica

A
diferem, entre outros motivos, pelo fato de que as riquezas brasileiras eram essenciais para a estabilidade econômica portuguesa e, no caso da América Hispânica, a Colônia pouco contribuía financeiramente com a Espanha.
B
diferem, entre outros motivos, pelo fato de que a unidade territorial do Brasil foi mantida no Estado independente e, na América Hispânica, houve forte fragmentação política.
C
assemelham-se, entre outros motivos, pelo fato de que os principais líderes das lutas pela emancipação nacional eram os próprios representantes das metrópoles.
D
diferem, entre outros motivos, pelo caráter pacífico, sem qualquer combate armado, do processo brasileiro, enquanto na América Hispânica as lutas pela emancipação se prolongaram por décadas.
E
assemelham-se, entre outros motivos, pelo fato de que, nos dois casos, o apoio militar inglês e norte-americano contribuiu decisivamente para a derrota das metrópoles.