Questõesde PUC - SP sobre Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

1
1
1
Foram encontradas 7 questões
f17c1cb2-f9
PUC - SP 2017 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

Segundo as minhas pesquisas, foram assim os tempos passados, embora seja difícil dar crédito a todos os testemunhos nesta matéria. (...) A explicação mais verídica, apesar de menos frequentemente alegada, é, em minha opinião, que os atenienses estavam tornando-se muito poderosos, e isto inquietava os espartanos, compelindo-os a recorrerem à guerra. (...)”.

TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: Editora Universidade de Brasília, Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2001 XLVII, 584 pp. 13-15


• A partir do texto, pode-se afirmar que Tucídides

A
estudou as estratégias utilizadas na Guerra de Tróia em sua formação como general e registrou a sua própria experiência como combatente no conflito com os persas.
B
concluiu que a Guerra do Peloponeso ocorreu devido a um crescente poder que ameaçou os demais, de acordo com a lógica do poder.
C
reconstituiu a Guerra do Peloponeso comparando os relatos dos líderes políticos das várias cidades envolvidas, chegando à verdade dos fatos.
D
pesquisou as Guerras Médicas, conflito entre gregos e persas, e concluiu que a vitória grega deveu-se à superioridade política das cidades-Estado sobre o poder imperial.
62005957-b0
PUC - SP 2018 - História - Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa, História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

Ao longo da história verificamos inúmeros exemplos de pessoas ou grupos político-sociais que, uma vez no poder, criam mecanismos legais para se manterem no governo. De acordo com esse princípio, analise as afirmações a seguir:

I. Girondinos, durante o processo revolucionário francês, criam o Diretório e instauram o voto censitário, além de impedirem a reforma agrária defendida pelos Jacobinos.

II. Oliver Cromwell, líder da Revolução Puritana, ao enfrentar a Holanda entre 1652 e 1654, se auto intitula Lorde Protetor da Inglaterra, Irlanda e Escócia, impondo seu cargo como vitalício e hereditário.

III. Durante a República Romana, o Senado manteve a proibição do casamento entre patrícios e plebeus até a aprovação da Lei Canuleia.

São CORRETAS as afirmações

A
I e II apenas.
B
II e III apenas.
C
I e III apenas.
D
I, II e III.
58d621e6-d8
PUC - SP 2016 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

A partir do texto de Heródoto (século V a.C.) e de seus conhecimentos, é correto afirmar que a atividade dos fenícios

“Após chegarem, descarregam as mercadorias, dispondo-as em ordem na praia, e depois voltam às suas embarcações e fazem sinais de fumaça. Os nativos veem a fumaça e, aproximando-se do mar, colocam ao lado das mercadorias o ouro que oferecem em troca, retirando-se a seguir. Os fenícios retornam e examinam o que os nativos deixaram. Se julgarem que a quantidade do ouro corresponde ao valor das mercadorias, tomam-no e partem, do contrário regressam aos navios e aguardam.”

Heródoto. História. Brasília: UnB, 1988, p. 274. Adaptado. 

A
dependia do aparato militar que acompanhava os comerciantes e impedia a realização de saques e ataques de piratas.
B
consistia prioritariamente no comércio, realizado através dos mares e, especialmente, na região mediterrânica.
C
permitiu o desenvolvimento de poderosa indústria náutica, depois utilizada para derrotar os romanos nas Guerras Púnicas.
D
contribuiu decisivamente para a vitória de Esparta na Guerra do Peloponeso, ao garantir o abastecimento da cidade grega.
c0cc5921-1c
PUC - SP 2015 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

Em termos constitucionais mais convencionais, [na Atenas antiga] o povo não só era elegível para cargos públicos e possuía o direito de eleger administradores, mas também era seu o direito de decidir quanto a todos os assuntos políticos e o direito de julgar, constituindo-se como tribunal, todos os casos importantes civis e criminais, públicos e privados. A concentração da autoridade na Assembleia, a fragmentação e o rodízio dos cargos administrativos, a escolha por sorteio, a ausência de uma burocracia remunerada, as cortes com júri popular, tudo isso servia para evitar a criação da máquina partidária e, portanto, de uma elite política institucionalizada.”

M. I. Finley. Democracia antiga e moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1988, p. 37.

A partir do texto, pode-se afirmar que a democracia, na Atenas antiga,

A
limitava a atuação do conjunto da sociedade nas decisões e nos assuntos políticos, que ficavam restritos à elite intelectual e econômica.
B
reconhecia a necessidade da tripartição do poder, com a separação e a isonomia entre o executivo, o legislativo e o judiciário.
C
dependia do bom funcionamento do aparato administrativo, composto por funcionários estáveis e por ampla hierarquia burocrática.
D
permitia a ampla manifestação dos cidadãos e tinha mecanismos que impediam a perpetuação das mesmas pessoas em cargos administrativos.
3ea42bea-34
PUC - SP 2015 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

“O fato indiscutível é que, em Roma, no decorrer do século II a.C. se assiste ao fenômeno do despovoamento do campo e à consequente imigração para as cidades de um grande número de cidadãos que foram engrossar a miserável clientela da plebe urbana."

                                           Antonio da Silveira Mendonça. “Introdução", in Caio Júlio César. A guerra civil.
                                                                                   São Paulo: Estação Liberdade, 1999, p. 18. Adaptado. 

O grupo social mencionado no texto 


A
participou das sublevações e revoltas que puseram fim à monarquia e proclamaram a república.
B
opôs-se à consolidação do poder de Júlio César e participou do golpe que o depôs e o assassinou.
C
associou-se aos políticos conservadores do Senado na rejeição da monarquia e defesa da república.
D
engajou-se maciçamente nas tropas de Júlio César que participaram da expansão romana da Gália.
E
defendeu a reforma agrária e o direito de veto a medidas que afetassem os interesses populares.
eba710ee-ab
PUC - SP 2015 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

“[Na Grécia Antiga,] Não havia contradição entre a democracia antiga e a escravidão.”

Marcelo Rede. Grécia antiga . São Paulo: Saraiva, 2012, p. 32. A frase justifica-se, pois

A
os povos da Antiguidade equivocavam-se, ao não reconhecer que a democracia só é possível se houver plena igualdade social.
B
não há qualquer relação entre as questões políticas e as questões econômicas, sociais ou étnicas.
C
a existência de escravos proporcionava aos cidadãos atenienses tempo livre para se dedicarem à política.
D
não é possível conciliar, na Antiguidade ou nos dias de hoje, democracia e trabalho obrigatório.
E
o militarismo espartano era superior à democracia ateniense, pois dispensava a escravidão e todas as hierarquias sociais
72674f28-26
PUC - SP 2011 - História - História Geral, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)

“O mundo grego foi, basicamente, um mundo da palavra falada e não da escrita.”

A constatação acima, relativa à Grécia antiga, pode ser justificada.

A
pelo desconhecimento da escrita, que impedia quaisquer registros oficiais nas cidades-estado gregas.
B
pela importância do teatro, dos arautos e dos aedos, que contribuíam para a preservação da memória coletiva.
C
pelo caráter representativo da democracia ateniense, que tornava desnecessária a participação direta dos cidadãos.
D
pela valorização das atividades físicas e militares, que prescindiamda alfabetização dos jovens.
E
pelo grande número de escravos presentes nas cidades-estado, que eramtotalmente analfabetos