Questõesde Esamc sobre Economia Internacional na Atualidade

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Esamc 2016 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade, Economia na Atualidade

Leia atentamente o texto a seguir:

[...] O conhecimento... tornou-se a forma mais cruel de o mercado global impor regras às nações que ainda não alcançaram estágio superior de desenvolvimento.

A ação da OMC tem-se pautado em um complexo jogo de interesses, momento em que se verifica, por um lado, a ação dos países desenvolvidos que defendem a ampliação de mercados, mas mantêm reservas em seus mercados internos e, de outro, os países dependentes dessa tecnologia. Esse fórum internacional tem se consubstanciado por intensos conflitos cada vez mais recorrentes e que estão conferindo uma nova conformidade às regras do comércio internacional.

(Naves, J. C. “A estratégia indiana de proteção patentária de produtos farmacêuticos como forma de incentivar o desenvolvimento de sua indústria local”. DOI: 10.5102/prismas.v8i1.1136, disponível em: http://www.publicacoesacademicas.uniceub.br/index.php/prisma/article/viewFile/1136/1130)


Com base no texto, bem como em seus conhecimentos sobre o comércio internacional, assinale a alternativa correta:

A
Os chamados “mega-acordos comerciais”, notadamente o da Parceria Transpacífica (TPP, em inglês), já assinado e no aguardo de ratificação, e o da Parceria Transatlântica sobre Comércio e Investimento (TTIP), ainda em negociação, tendem a resolver satisfatoriamente as assimetrias econômicas internacionais, como a apontada no texto, referente à produção e ao acesso ao conhecimento.
B
De maneira geral, os acordos comerciais têm priorizado as questões trabalhistas e da população em geral, em detrimento dos interesses das grandes corporações transnacionais.
C
Os países mais ricos têm eliminado progressivamente os chamados subsídios domésticos agrícolas, medida que tem favorecido enormemente as exportações do mundo em desenvolvimento.
D
Em novembro de 2001, no Qatar, foi lançada a Rodada de Doha da OMC, por meio da qual os países participantes comprometeram-se a buscar a liberalização comercial, com ênfase nas necessidades econômicas dos países em desenvolvimento – o que efetivamente ainda não ocorreu.
E
Um aspecto não comercial estabelecido pela Parceria Transpacífica (TPP, em ingles) é o fim da proteção à propriedade intelectual, medida adotada precisamente para impulsionar sobremaneira a produção de P&D nos países em desenvolvimento.
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Esamc 2016 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade, Economia na Atualidade

[David] Cameron [primeiro-ministro britânico entre 2010 e 2016] tinha prometido reduzir a imigração a “dezenas de milhares”. No ano passado, o saldo migratório líquido atingiu 330 mil pessoas, cuja maioria vinha da União Europeia e o resto do sistema de admissão por pontos dependente das necessidades do empregador. O movimento em favor do Brexit concentrou-se nesse dado, brandindo a ameaça de que a população poderia aumentar em 1 milhão a cada três anos sob o efeito da imigração europeia, de que os baixos salários não poderiam melhorar e de que mesmo um governo conservador não teria vontade de agir.

(MASON, Paul. Brexit, a xenofobia não explica tudo. In____jornal le Monde Diplomatique Brasil, ano 10, nº 109, agosto de 2016, p. 9.)

A saída da Grã-Bretanha da União Europeia tem provocado discussões acerca das causas e das consequências da decisão dos britânicos. Uma das muitas explicações para a saída do país da UE, de acordo com o texto, pode ser encontrada em:

A
O atual governo britânico, de tendência conservadora, argumenta que a presença de estrangeiros em grande número, pode provocar uma onda de xenofobia e conflitos étnicos no país.
B
O aumento populacional, causado pelo ingresso de um elevado número de estrangeiros, levaria a um caos social e econômico, com a redução da qualidade de vida para os britânicos
C
A entrada maciça de estrangeiros no país, por ser de difícil controle, poderia levar à presença indesejada de terroristas, além de reduzir a oferta de emprego para os cidadãos britânicos.
D
O aumento da diversidade cultural, provocado pelo ingresso descontrolado de estrangeiros no país, colocaria em risco a manutenção das tradições britânicas, defendidas de forma intransigente por seus cidadãos.
E
A migração de um elevado número de habitantes da UE para o Reino Unido, poderia provocar um aumento do desemprego e a diminuição do valor dos salários para os britânicos.
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Esamc 2015 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade

Leia as informações:



(Struggle for Control (Luta pelo Controle). Legenda no aparelho de TV: “O Mundo”. Charge de Popa Matumula. Disponível em: http://www.cartoonmovement.com/collection/74. Acesso em: 29 ago. 2015, às 10h00.)


Modificar de repente a política econômica de um país como o Brasil é como mudar o rumo de um elefante no meio de uma feira lotada. Seria um milagre não ferir ninguém nem causar prejuízos, mesmo para um cornaca experiente. Para guardar as proporções ao fazer a mesma metáfora para a China, uma economia várias vezes maior e mais dinâmica, seria o caso de imaginar uma tentativa de fazer Godzilla dar uma guinada em meio a uma carreira disparada. Foi exatamente a isso que se propôs o governo chinês em 2008, ante a crise que pôs fim ao sistema “Chimérica”, no qual cabia aos chineses produzir, exportar, poupar e financiar e aos estadunidenses consumir, importar, gastar e tomar emprestado. Depois de impulsionar por muitos anos o crescimento do comércio internacional e das exportações chinesas, o déficit de conta corrente e o endividamento crescente dos EUA haviam chegado ao limi- te. O novo caminho era trocar o modelo de desenvolvimento baseado nas exportações, vigente desde o fim do maoísmo, por outro alicerçado no consumo e no mercado interno.

(COSTA, Antonio Luiz M. C. O tropeço de Godzilla. In____Revista Carta Capital, ano 21, nº 864, 26 de agosto de 2015, p. 40.)



De acordo com as informações, e analisando o atual quadro de disputas pelo controle econômico mundial:

A
apesar das disputas pelo controle global, China e EUA mantém uma relação de dependência mútua.
B
o desenvolvimento do mercado interno chinês só está sendo possível graças aos maciços investimentos estadunidenses no país.
C
os investimentos chineses no território dos EUA foram responsáveis pelo endividamento do país e pela consequente crise econômica.
D
a dependência mútua entre EUA e China tem se transformado, nos últimos anos, em uma disputa pelo controle mundial.
E
a partir da crise mundial de 2008, a China tem perdido cada vez mais espaço para os EUA na luta pelo controle econômico global.
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Esamc 2018 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade, Economia na Atualidade

Leia:

Depois de quase nove anos de grave crise econômica, a Grécia abandonará nesta segunda-feira o período de tutela financeira da União Europeia, do Banco Central Europeu (BCE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Uma última parcela dos planos de socorro, no valor de € 15 bilhões, foi transferida para as contas do governo de Alexis Tsipras e representa o fim de três programas de resgate, que totalizaram mais de € 273 bilhões. No momento em que o país sai do buraco, seu vizinho, a Turquia, mergulha na turbulência e lança todos os países emergentes – incluindo o Brasil – na incerteza.
(Turquia mergulha na crise, Grécia sai. Disponível em: https://economia.estadao.com.br/ noticias/geral,turquia-mergulha-na-crise-grecia-sai,70002461752.
Publicado em: 19 ago. 2018. Acesso em: 20 ago. 2018, às 19h00.)


Com base no texto e nos seus conhecimentos sobre o panorama atual socioeconômico dos países mencionados no texto acima, assinale a alternativa correta:

A
O crescimento econômico registrado em 2017, de 7,4%, celebrado como “maior que o da China e o da Índia”, impediu a desvalorização da moeda turca em 2018.
B
A Turquia tem gigantescos depósitos de petróleo e gás natural, além de excedentes hídricos, realidade geoeconômica que tem contribuído sobremaneira para o país superar rapidamente a crise apontada no texto.
C
Ocorridas com quase 10 anos de diferença, as crises da Grécia e da Turquia têm em comum o déficit nas contas públicas, fato que facilitou a especulação financeira global.
D
A crise turca é apenas fruto da conjuntura comercial global, deteriorada pela decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de dobrar as tarifas alfandegárias cobradas do aço e do alumínio produzidos no país.
E
Como membro da União Europeia, a Grécia dispunha de uma política monetária autônoma, soberana e muito independente para gerir sua economia, fato que facilitou bastante a superação de sua crise financeira.
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Esamc 2018 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade, Economia na Atualidade

Leia o excerto abaixo:

Há menos de oito meses antes de o Reino Unido deixar a União Europeia, a primeira-ministra britânica, Theresa May, ainda não conseguiu encontrar uma proposta que mantenha os laços econômicos com o bloco e ao mesmo tempo agrade ambas as alas de seu partido e seja aceitável para negociadores em Bruxelas. [...] Quando solicitados a escolher entre três opções – o acordo de May, nenhum acordo ou permanecer na União Europeia – 48 por cento [dos britânicos] disseram que prefeririam permanecer no bloco, 27 disseram querer sair sem nenhum acordo e 13 por cento escolheriam o acordo do governo.
(Metade dos britânicos quer novo referendo sobre Brexit, indica pesquisa. Disponível em: https://exame.abril.com.br/mundo/metade-dos-britanicos-quer-novoreferendo-sobre-do-brexit-indica-pesquisa. Publicado em: 30 jul. 2018.
Acesso em: 019 ago. 2018, às 19h10.)

Sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, processo chamado de Brexit, e a política inglesa, é correto o que se afirma em

A
O governo de Theresa May iniciou-se com o apoio de alas políticas nacionalistas favoráveis ao Brexit. Atualmente, porém, entendem proposta da saída como economicamente dependente do bloco europeu, causando dificuldades ao projeto.
B
O Brexit, iniciado em 2016, bem como o plebiscito pela separação da Escócia do Reino Unido enquadram-se em um processo histórico de fortalecimento das direitas na Europa, e em ambos os casos, os movimentos tiveram amplo apoio da população votante.
C
A direita inglesa é grande crítica ao Brexit, uma vez que entendem o bloco da União Europeia como a salvação para influências externas mais negativas, como os EUA ou a China. O Partido Conservador, do qual May faz parte, integra a direita inglesa.
D
Nacionalistas ingleses são profundamente a favor do Brexit, uma vez que acreditam que a União Europeia prejudica a autonomia econômica e política inglesa. Esses mesmos nacionalistas defendem que o Euro, moeda atual inglesa deva ser substituída pela antiga Libra Esterlina.
E
A demora no processo de saída do Reino Unido da União Europeia está ligada aos descompassos entre a política da Inglaterra e a política do Reino Unido. A Inglaterra é governada pela Rainha Elizabeth I, famosa por suas posições liberais, enquanto o Reino Unido é controlado por Theresa May, do Partido Conservador.
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Esamc 2019 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade, Economia na Atualidade

O Parlamento britânico rejeitou [...] mais uma vez o acordo proposto pela primeira-ministra Theresa May para o Brexit, a maior derrota do governo na história moderna – o recorde anterior era de 1924, com diferença de 166 votos. Depois disso, o Parlamento aprovou duas emendas ao projeto: uma delas exigindo que o “backstop” na fronteira com a Irlanda do Norte seja substituído por “arranjos alternativos para evitar uma fronteira ‘dura’”; e outra, consultiva que rejeita que o Reino Unido deixe a União Europeia sem um Acordo de Retirada e um Marco para o Futuro Relacionamento.

(Parlamento britânico rejeita novamente acordo de Theresa May sobre o Brexit. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/03/12/parlamento-britanicorejeita-novamente-acordo-sobre-o-brexit.ghtml. Acesso em: 12 mar. 2019, às 19h10)

Iniciado por um plebiscito em 2016, o processo de saída do Reino Unido da União Europeia prolongou-se de maneira quase teatral em debates no parlamento inglês (Londres) e no Conselho da União Europeia (Bruxelas). Aos ingleses, o processo resultou na demissão de um primeiro ministro, no esgotamento político do partido conservador e em constantes mudanças da opinião pública sobre o acontecimento. Entre os empecilhos para a saída, é correto afirmar que o problema relaciona-se com a (o):

A
fronteira entre Irlanda do Norte e a Irlanda. Atualmente, ambas fazem parte da UE, mas somente a Irlanda compõe o chamado Reino Unido. Com o Brexit, seria necessário policiar a fronteira entre as duas Irlandas, o que poderia incentivar o reaparecimento de movimentos ultranacionalistas na ilha.
B
reavaliação da opinião pública sobre o fenômeno. Em 2016, o plebis- cito foi feito sem que a população comum soubesse o real impacto do Brexit. Com consequências econômicas graves, como a desacele- ração da economia, boa parte dos eleitores ingleses questionam a praticidade de se afastar da UE.
C
falta de um plano de saída gradual. O Partido Conservador, encarregado de traçar os termos do Brexit, apesar de ter logrado propor algo que agradasse a maioria do parlamento inglês, não conseguiu agradar o Conselho da UE, que rejeitou a proposta inicial e todas as subsequentes.
D
ação política da rainha da Inglaterra, Elizabete I. Apesar de tradicionalmente não se envolver em questões internas do andamento político no Reino Unido, a rainha representa o bloco internacionalmente, e pronunciou-se contrária ao Brexit, o que afetou a opinião pública e política sobre a questão.
E
fortalecimento do Grupo Separatista Galês (GSG). Historicamente, o País de Gales tentou por diversas vezes sua independência do Reino Unido. Com a integração do bloco à União Europeia, tal movimento arrefeceu. Durante o plebiscito, Gales votou maciçamente contra o Brexit.
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Esamc 2019 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade, Economia na Atualidade, América Latina na Atualidade

Pequim é o grande credor da Venezuela. Ao longo da última década, emprestou-lhe quase 62 bilhões de dólares (233 bilhões de reais, pelo câmbio atual), segundo a Base de Dados do Financiamento China – América Latina do Diálogo Interamericano e Universidade de Boston. Uma soma que representa aproximadamente 40% do financiamento que Pequim concedeu a toda a América Latina. A maior parte é composta por créditos pagáveis em petróleo. E aproximadamente um terço, 20 bilhões (75 bilhões de reais), ainda está pendente de devolulução.

(China e Venezuela: uma relação baseada em dívidas. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/25/internacional/1548438622_696886.html. Acesso em: 09 mar. 2019, às 22h10)

Sobre as relações entre China e Venezuela, é correto afirmar que:

A
A China, como principal país socialista da atualidade, investe na Venezuela como forma de garantir a Revolução Permanente, princípio trotskista muito presente no nascimento do Partido Comunista Chinês.
B
A China, como grande potência global, faz investimentos em diversos países do mundo. O caso venezuelano é diferente por duas razões principais: as reservas de petróleo do país, e sua postura anti- estadunidense.
C
A Venezuela, como grande produtor agrícola, sempre foi parceira econômica da China. Depois do Brasil, a Venezuela é a maior exportadora de alimentos para o país asiático.
D
A Venezuela, como espelho chinês na América, sempre foi privilegiada nas relações econômicas, mesmo causando mais prejuízos do que lucros. A criação da OPEP, na década de 1970 está ligada ao sino-socialismo.
E
Ambos os países, como potências industriais socialistas, foram muito próximos durante a década de 1990, o que até hoje é evidenciado pelos acordos econômicos estabelecidos entre seus governos.
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Esamc 2019 - Atualidades - Economia Internacional na Atualidade, Economia na Atualidade

Na perspectiva de desconfiados atores e comentadores da política, os coletes amarelos compõem um tenebroso momento populista em que lideranças carismáticas se valem de agendas demagógicas para ludibriar o eleitorado em meio a crises econômicas e sociais de difícil solução. [...] Avessos aos canais convencionais de mediação, os revoltosos se recusam a moderar suas demandas e seu repertório radical de ação ao se verem fortalecidos pela dimensão do movimento e pelo apoio da opinião pública.

(SCERB, Philippe. Quem tem medo dos coletes amarelos?. Publicado em 24 de janeiro de 2018. Disponível em: https://diplomatique.org.br/ quem-tem-medo-dos-coletes-amarelos/. Acesso em: 09 mar. 2019, às 17:55.)

Iniciado em novembro de 2018, o movimento dos coletes amarelos repercutiu internacionalmente como um grande e duradouro protesto. Entre as características do movimento está correto o que se afirma em:

A
A elevação dos impostos sobre combustíveis fósseis, bem como o fim das taxações sobre grandes fortunas foram importantes fatores de insatisfação do povo francês. Os revoltosos são provenientes das camadas médias da França, e reivindicam pautas muitas vezes divergentes.
B
Os protestantes são em sua grande maioria imigrantes africanos, descontentes com as novas políticas migratórias adotadas pelo governo centrista de Emmanuel Macron. Eles reivindicam principalmente melhores condições de trabalho e maior proteção das leis trabalhistas.
C
O movimento iniciou-se com a elevação dos impostos vinculados às camadas médias, o que encareceu o transporte e a alimentação em Paris. Os protestantes são em sua absoluta maioria parisienses, enquanto os franceses das regiões interioranas são apoiadores de Macron.
D
Os protestos incluem liberais, socialistas e até mesmo anarquistas franceses. Esses grupos, apesar de historicamente divergentes, estão unidos contra a corrupção do governo. Os protestos sofrem cons- tantemente com a ação rigorosa da polícia francesa, o que amplia a união entre os revoltosos.
E
Os coletes amarelos são em sua grande maioria funcionários públicos envolvidos com os serviços básicos, desprestigiados pelo Esta- tado. São enfermeiros, professores, coletores de lixo e policiais revoltados com o novo plano de carreira proposto por Macron.
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Esamc 2014 - Atualidades - Política, Atualidades do ano de 2014, Política no Brasil, Economia Internacional na Atualidade, Política Internacional, Economia na Atualidade, Economia Nacional na Atualidade

A Argentina, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai assinaram, em 26 de março de 1991, o Tratado de Assunção, com vistas a criar o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL). O objetivo primordial do Tratado de Assunção é a integração dos quatro Estados Partes por meio da livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos, do estabelecimento de uma Tarifa Externa Comum (TEC), da adoção de uma política comercial comum, da coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais, e da harmonização de legislações nas nas áreas pertinentes.
(Disponível em: O Mercosul. http://www.mercosul.gov.br/ saiba-mais-sobre-o-mercosul. Acesso em: 22 ago. 2014, às 11h50.)


Sobre o assunto, analise os itens a seguir:

I. O Mercosul, fundado por Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina teve como novo membro oficial a Venezuela, que entrou em 2012 para o bloco.
II. Bolívia, Chile, Peru e México são países associados, ou seja, estão em processo de entrada para o bloco.
III.A instabilidade política que atingiu o Mercosul nos últimos anos foi motivada pela suspensão do Uruguai por um ano do bloco.


Está (ão) correta (s):

A
I apenas.
B
II apenas.
C
III apenas.
D
I e II apenas.
E
I e III apenas.
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Esamc 2014 - Atualidades - Política, Atualidades do ano de 2014, Política no Brasil, Economia Internacional na Atualidade, Política Internacional, Economia na Atualidade, Economia Nacional na Atualidade

A criação do banco de desenvolvimento dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) é um sinal da mudança no equilíbrio de poder na economia mundial. A avaliação é do economista indiano Deepak Nayyar, professor emérito da Universidade Jawaharlal Nehru, de Nova Déli.

(Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista. Disponível em: Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/08/1501027-banco-dos-brics-mudaequilibrio-mundial-diz-economista-leia-integra.shtml. Acesso em: 15 ago. 2014, às 9h20.)


Em julho de 2014, aconteceu em Fortaleza, no Ceará, mais uma das chamadas reuniões da Cúpula de Líderes dos BRICS, que discutiu a criação de um banco entre os países pertencentes ao grupo.


Assinale a alternativa que contenha uma possível intenção para a criação de tal banco.

A
Provocar o aumento do fluxo de pessoas entre os países devido a isenção de fiscalização incentivada pelo banco.
B
Diminuir o crescimento econômico dos países dos Brics, pois serão excluídos de outros acordos comerciais.
C
Aumentar a participação dos países membros no cenário econômico mundial, já que suas economias são consideradas promissoras.
D
Criar uma unidade política como complemento da integração econômica devido a maior facilidade de comunicação entre os países.
E
Restringir a circulação de produtos primários entre os países, pois são produtos com baixo valor comercial no cenário econômico mundial.
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Esamc 2015 - Atualidades - Política, Atualidades do ano de 2014, Economia Internacional na Atualidade, Política Internacional, Economia na Atualidade

Leia as informações:



Legenda: “Não é Ebola, são os arquivos sobre o embargo a Cuba...”

(Charge de Ramses Morales Isquierdo. Disponível em: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/17790. Acesso em: 06 abr. 2015, às 17h00.)


    Representantes dos Estados Unidos (EUA) e de Cuba retomam sexta-feira [27 de fevereiro de 2015] as negociações para o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, anunciado em dezembro do ano passado. Depois do primeiro encontro em Havana, em 21 e 22 de janeiro, a segunda rodada de negociações está agendada para a sede do Departamento de Estado, em Washington. [...] No Congresso norte-americano, que já realizou várias audiências sobre o assunto, foram apresentados dois projetos de lei para regular o clima de abertura entre os dois países: um dos textos aborda a autorização de viagem de cidadãos norte-americanos para Cuba, enquanto o outro é mais abrangente e visa ao fim do embargo comercial, imposto há mais de meio século. Nenhum dos textos foi ainda submetido à discussão dos legisladores do Congresso.

(Estados Unidos e Cuba voltam a negociar reaproximação diplomática. Matéria publicada em 24 de fevereiro de 2015. Disponível em: http://www.oestadoonline.com.br/2015/02/estados-unidos-e-cuba-voltamnegociar-reaproximacao-diplomatica/. Acesso em: 06 abr. 2015, às 17h30.)



Tomando por base as informações e o contexto por elas expresso, julgue as afirmativas:



I. O sucesso da empreitada esbarra na questão do embargo econômico à Ilha, decretado em 1962, e tratado com grande cautela pelos estadunidenses.

II. Um dos motivos para a resistência estadunidense em reatar relações com Cuba é o medo de doenças tropicais, como o Ebola, presentes na Ilha, atingirem seu território.

III. Após mais de meio século de embargo econômico contra Cuba, o fato do governo dos Estados Unidos aceitar iniciar negociações para a reaproximação com a Ilha, demonstra um avanço na política externa do país, preocupado em limpar sua imagem abalada por intervenções desastrosas durante o século XXI.



Está (ão) correta (s):


A
I apenas.
B
II apenas.
C
II e III apenas.
D
I e III apenas.
E
I, II e III.