Questõesde PUC - SP sobre Período Colonial: produção de riqueza e escravismo

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PUC - SP 2018 - História - Período Colonial: produção de riqueza e escravismo, História do Brasil

“Durante o século XVII, foram produzidas mais de cinco milhões de pinturas nos Países Baixos. Elas foram encomendadas por uma classe média emergente e próspera, que substituiu o mecenato da Igreja e da nobreza. Esses novos mecenas tinham gostos diferentes, o que levou a uma exploração de novos temas e à criação de novos meios de produção”.
FARTHING, Stephen (ed.). Tudo sobre arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2010

A história do nordeste brasileiro ficou marcada pela forte presença holandesa na região, no século XVII. Assim, a partir das informações do texto acima e dos conhecimentos históricos, podemos AFIRMAR que a arte no nordeste brasileiro, do período das invasões holandesas

A
era majoritariamente religiosa, uma vez que era desenvolvida por artistas ainda muito influenciados pela política dos Habsburgo católicos.
B
sofria forte influência jesuítica, retratando o contato com os índios nativos.
C
foi obrigada a buscar expressões do dia a dia, já que os católicos e os cristãos-novos estavam sendo perseguidos pelo governo de Nassau.
D
retratava situações do cotidiano, pessoas e a natureza, o que só foi possível pois os protestantes holandeses, como Frans Post e Albert Eckhout, divergiam dos católicos que consideravam este tipo de arte profana e, portanto, proibida.
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PUC - SP 2015 - História - Período Colonial: produção de riqueza e escravismo, História do Brasil

As observações do donatário de Pernambuco sobre suas atividades à frente da Capitania expõem a

Entre todos os moradores e povoadores uns fazem engenhos de açúcar porque são poderosos para isso, outros canaviais, outros algodoais, outros mantimentos, que é a principal e mais necessária cousa para a terra, outros usam de pescar, que também é muito necessário para a terra, outros usam de navios que andam buscando mantimentos e tratando pela terra conforme ao regimento que tenho posto, outros são mestres de engenhos, outros mestres de açúcares, carpinteiros, ferreiros, oleiros e oficiais de fôrmas e sinos para os açúcares e outros oficiais que ando trabalhando e gastando o meu por adquirir para a terra, e os mando buscar em Portugal, na Galiza e nas Canárias às minhas custas, além de alguns que os que vêm fazer os engenhos trazem, e aqui moram e povoam, uns solteiros e outros casados, e outros que cada dia caso e trabalho por casar na terra.”

Gonsalves de Mello e Albuquerque. Cartas de Duarte Coelho a El Rei. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997, p. 114.

A
exclusividade da produção açucareira e a inexistência de outras atividades produtivas no Brasil colonial.
B
destinação externa de toda a produção agrícola da colônia e a necessidade de importação de alimentos para abastecer a população que vivia na colônia.
C
centralidade da produção açucareira e o esforço de obtenção de mão de obra qualificada e de articulação da empresa agrícola com outros setores da economia.
D
carência de mercado interno para os produtos agrícolas e a necessidade de rigoroso controle sobre os escravos.
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PUC - SP 2015 - História - Período Colonial: produção de riqueza e escravismo, História do Brasil

“Nenhuma outra forma de exploração agrária no Brasil colonial resume tão bem as características básicas da grande lavoura como o engenho de açúcar.”

Alice Canabrava, in Sérgio Buarque de Holanda (org.) História geral da civilização brasileira. Rio de Janeiro: Difel, 1963, tomo I, vol. 2, p. 198-206.

A frase pode ser considerada correta, entre outros motivos, porque na produção açucareira.

A
prevalecia o regime de trabalho escravo e a grande propriedade monocultora.
B
havia emprego reduzido de mão de obra e prevalecia a agricultura de subsistência.
C
prevalecia a atenção ao mercado consumidor interno e à distribuição das mercadorias nas grandes cidades.
D
havia disposição modernizadora do aparato produtivo e prevalecia a mão de obra assalariada.
E
prevalecia a pequena propriedade familiar e a diversificação de culturas
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PUC - SP 2011 - História - Período Colonial: produção de riqueza e escravismo, História do Brasil

“Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar a fazenda, nem ter engenho corrente. E ao modo com que se há com eles depende de tê-los bons ou maus para o serviço.”

Otexto, do início do século XVIII, trata damão de obra escravista nos engenhos de açúcar.Oautor.

A
inquieta-se com a falta de trabalhadores assalariados e com o predomínio do trabalho compulsório na lavoura açucareira.
B
caracteriza o escravo como instrumento de produção que precisa ser controlado rigorosamente para que não se rebele.
C
interessa-se pela possibilidade de expansão das plantações de cana e pelo decorrente aumento da remessa do açúcar para Portugal.
D
revela sua disposição de defender o fim da escravidão no Brasil e importar mão de obra estrangeira para ter trabalhadoresmais qualificados.
E
preocupa-se em destacar a importância do trabalho escravo na produção do açúcar e os cuidados que se deve ter no seu trato.