Questõesde UESB sobre História Geral

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UESB 2017 - História - Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa, História Geral

Lei do Máximo Geral (29 de Setembro de 1793)
A Convenção Nacional [...] decreta o seguinte: Art. 1º — Os objetos que a Convenção Nacional entendeu serem de primeira necessidade, e de que julgou dever fixar o máximo ou o mais alto preço são [...]
[...]
Art. 3º — O máximo do preço dos [...] gêneros e mercadorias enunciado no Art. 1º será, em toda a extensão da república, [...] o preço que cada uma delas tinha em 1790 [...] mais um terço [...].
[...]
Art. 8º — O máximo, ou mais alto preço respectivo, dos salários, soldadas, mão de obra e jornadas de trabalho em cada lugar será fixado, a começar na publicação desta lei [...] pelos conselhos gerais das comunas, no praticado em 1790, ao qual se juntará mais a metade desse preço [...]. (LEI... 2016).

A Lei do Máximo Geral, criada durante o período da Revolução Francesa, encontra um correlato, na história econômica do Brasil,

A
na Política de Valorização do Café, durante a Primeira República, quando o governo tabelou o processo do café, considerado produto de primeira necessidade, garantindo o lucro da oligarquia paulista.
B
no Plano Salte, momento em que o governo Dutra estabeleceu uma política intervencionista, contendo a presença do capital estrangeiro e incentivando a produção agrícola para o mercado interno.
C
nas Reformas de Base, do governo João Goulart, cuja política agrícola extinguiu a produção agrária para o mercado externo, direcionando a produção para o mercado interno.
D
no Plano Cruzado, do governo José Sarney, época em que o controle dos preços e a queda temporária da inflação provocaram uma explosão do consumo, contribuindo, entre outros fatores, para o desabastecimento.
E
no Plano Collor, cujo congelamento dos preços provocou uma redução da lucratividade das empresas e uma pressão do empresariado que, através de um golpe palaciano, depôs o presidente, apesar dos protestos populares.
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UESB 2017 - História - História Geral, Período Entre-Guerras; Crise de 1929 e seus desdobramentos

Desde o surgimento do constitucionalismo, século XVIII, os direitos fundamentais representam a principal garantia dos cidadãos de que o Estado se conduzirá pela liberdade e pelo respeito da pessoa humana.
Em seu início, os direitos sociais se limitavam a proteger os trabalhadores. Os direitos sociais surgiram em função da desumana situação em que vivia a população pobre das cidades industrializadas da Europa Ocidental, em resposta ao tratamento oferecido pelo capitalismo industrial e diante da inércia própria do Estado liberal, em meados do século XIX. (WEIS, 2016).
“A afirmação dos ‘direitos sociais’ derivou da constatação da fragilidade dos ‘direitos liberais’, quando o homem, a favor do qual se proclamam liberdades, não satisfez ainda necessidades primárias: alimentar-se, vestir-se, morar, ter condições de saúde, ter segurança diante da doença, da velhice, do desemprego e dos outros percalços da vida.” (HERKENHOFF. 2016).

A universalização do respeito à pessoa humana, a partir da conquista de direitos, se fizeram sentir no contexto

A
do movimento iluminista, que garantiu a ampla participação política da classe trabalhadora, através do sufrágio universal, sem a restrição de condição social ou de gênero.
B
da Revolução Francesa, que estabeleceu e difundiu os princípios da liberdade política, da igualdade social e da fraternidade entre a classe trabalhadora da Europa e a do Novo Mundo.
C
das crises das guerras mundiais, que contribuíram para o estabelecimento dos regimes socialistas, pautados no respeito aos direitos individuais e de pensamento.
D
da reação da Igreja Católica ao avanço da desigualdade social e da miséria, advindas com o processo industrial, defendendo a supressão da propriedade privada, na encíclica Rerum Novarum.
E
da crise de 1929 e do pós-Segunda Guerra Mundial, momento em que o Estado de Bem-Estar Social ampliou os direitos sociais, buscando superar os efeitos da crise e conter o avanço das ideias marxistas.
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UESB 2017 - História - História Geral, Período Entre-Guerras: Totalitarismos

O filme Ele está de Volta, do diretor David Wnendt, cria uma situação hipotética do retorno de Adolf Hitler à Alemanha em 2014, mesclando cenas da ficção com imagens reais do ator Oliver Masucci, caracterizado como Hitler, pelas cidades alemãs.

Estabelecendo uma reflexão sobre a situação da Alemanha e da Europa, nos dias atuais, é correto afirmar que a obra cinematográfica

A
analisa como o uso dos computadores e da mídia eletrônica foram fundamentais na Alemanha nazista, assim como na Alemanha da atualidade, para a construção da imagem de lideranças autoritárias, como os protetores da nação alemã, contra a influência estrangeira.
B
estabelece um paralelo entre a descrença geral no sistema político democrático, na Alemanha dos anos 1930 e nos dias atuais, associada a uma crise econômica e social, como elementos que possibilitam a ascensão da extrema direita ao poder, através de seus líderes, que se apresentam como “salvadores da pátria”.
C
distingue a influência negativa dos judeus, considerados povos inferiores a serem exterminados, na Alemanha, no período posterior à Primeira Guerra Mundial, ao sentimento atual do povo alemão, de acolhimento aos refugiados, destinados a serem utilizados como mão de obra nas indústrias alemãs.
D
identifica o caráter inato do autoritarismo da sociedade alemã, manifestado no militarismo prussiano, no processo da unificação política do século XIX, na ascensão do nazismo, e na união entre a Alemanha ocidental e oriental, sempre caracterizado pela aversão e pela negação dos valores democráticos.
E
destaca o papel da elite alemã, contrária ao expansionismo nazista, no contexto da Segunda Guerra Mundial, e opositora a Hitler, assim como a burguesia alemã, na atualidade, se coloca contrária à política de perseguição aos imigrantes, considerados pelo governo como responsáveis por uma baixa produtividade econômica.
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UESB 2017 - História - Guerra Fria e seus desdobramentos, História Geral

Dentre as razões apontadas para as origens de várias guerras, segundo historiadores, os interesses motivantes da

A história mostra que a guerra faz parte da vida humana desde tempos imemoriais, apesar do enorme cortejo de sofrimento e miséria e do elevado preço, em mortos, feridos, mutilados, desalojados, refugiados, etc., que invariavelmente arrasta consigo. Embora isso possa desagradar-nos, é possível, como alguns autores sugerem, que a guerra seja inerente à natureza humana e que, apesar dos esforços recentes da comunidade internacional, por meio, por exemplo, da Carta das Nações Unidas, para limitar — e até erradicar —, ela continue a existir ainda por muito tempo. Devido ao seu caráter violento e aos enormes efeitos na vida das pessoas e das sociedades, a guerra é uma fonte óbvia de questões de natureza moral. A mais importante dessas questões é a de saber se a guerra pode em alguma circunstância ter justificação ou se, pelo contrário, é sempre incorreta. Outras questões importantes são também as de saber como deve ser travada e o que se deve fazer uma vez terminada a guerra. São três as principais teorias que tentam responder a estas questões: o realismo, o pacifismo e a teoria da guerra justa. (A GUERRA. 2016).
A
Primeira Guerra Mundial relacionaram-se ao interesse do império czarista em estabelecer uma aliança com a Alemanha, que pressupunha a divisão das colônias africanas entre as duas nações, ameaçando os interesses hegemônicos da Inglaterra.
B
política agressiva da Alemanha nazista foram os efeitos da Crise de 1929, que levaram ao fracasso do governo democrático alemão, fortalecendo o liberalismo politico e econômico do Estado como mecanismo de superação da crise econômica.
C
Segunda Guerra Mundial estiveram baseados no fracasso da Política de Apaziguamento, desenvolvida pela França e pela Inglaterra, que buscava uma aliança política e militar com a União Soviética, para conter a ascensão do nazismo na Europa.
D
Guerra Fria vincularam-se à corrida armamentista, que mantinha as corporações bélicas soviéticas e estadunidenses e financiava as campanhas presidenciais dos líderes dos Estados Unidos e da URSS, defensores de um conflito armado entre as duas nações.
E
Guerra do Vietnã, associados à resistência francesa na concessão da independência da Indochina, após a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, e à disputa por áreas de influência, entre os Estados Unidos e a União Soviética.
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UESB 2017 - História - Construção de Estados e o Absolutismo, História Geral

O mapa europeu retrata uma situação política que se insere no contexto

A
das invasões germânicas, que contribuíram para a fragmentação territorial em toda extensão do império romano, estabelecendo a ruralização econômica e o cessar das atividades comerciais na Europa e no Oriente Próximo.
B
da formação dos Estados Modernos Nacionais, situação que levou a Igreja Católica a apoiar o processo de unificação política, buscando assegurar a posse de uma vasta extensão de terras, através do Tratado de Latrão.
C
do Bloqueio Continental, estabelecido por Napoleão Bonaparte, momento em que a Confederação Germânica rompeu com a França napoleônica, contribuindo para o declínio do império francês.
D
do Congresso de Viena, quando os países absolutistas europeus buscaram reestabelecer as fronteiras anteriores à Revolução Francesa, baseados nos princípios da restauração e da legitimidade.
E
da Primeira Guerra Mundial, momento em que a Alemanha foi desmembrada em vários pequenos Estados pelos vencedores, no Tratado de Versalhes, buscando enfraquecer seu poderio econômico.