Questõesde IF-TM sobre Filosofia
Só se chega ao conhecimento através da análise crítica, que brota da própria razão. Isso inverte a concepção
de que objetos externos poderiam ser percebidos como tal. O conhecimento, para Kant, não é mero reflexo dos
objetos, ele parte do sujeito, da mente humana que produz a imagem das coisas e as organiza para explicar o
universo.
CHAUI, MARILENA. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 2002.
Em Crítica da Razão Prática, o filósofo indica como agir corretamente: “Age de maneira tal que a máxima de tua
ação sempre possa valer como princípio de uma lei universal”. Assim, ele definiu o seu “imperativo categórico”
como sendo:
Só se chega ao conhecimento através da análise crítica, que brota da própria razão. Isso inverte a concepção de que objetos externos poderiam ser percebidos como tal. O conhecimento, para Kant, não é mero reflexo dos objetos, ele parte do sujeito, da mente humana que produz a imagem das coisas e as organiza para explicar o universo.
CHAUI, MARILENA. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 2002.
Em Crítica da Razão Prática, o filósofo indica como agir corretamente: “Age de maneira tal que a máxima de tua
ação sempre possa valer como princípio de uma lei universal”. Assim, ele definiu o seu “imperativo categórico”
como sendo:
Se com efeito, a existência precede a essência, não será nunca possível referir uma explicação a uma natureza
humana dada e imutável, por outras palavras, não há um determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade, o
homem está condenado a ser livre. Condenado, não porque não se criou a si próprio, mas uma vez lançado no
mundo é responsável por tudo quanto fizer. A liberdade, dentro da visão existencial, caracteriza-se pela
possibilidade do ser Para-Si, um ser de consciência capaz de planejar suas realizações, sem que haja conteúdos
dados, ou inatos que o impulsionariam para esta ou aquela realização.
CHAUI, MARILENA. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 2002.
Sartre, em um de seus mais conhecidos aforismos, dizia “Eu estou condenado a ser livre”, já que, nesta ausência
de essência da consciência, esta se vê obrigada a projetar, a construir-se, já que a única escolha que não se pode
fazer é a de não ser livre. O ser livre só pode existir porque:
O homem é também um ser-em-si, é aquele que se projeta, se lança para o futuro e faz de suas escolhas, suas
responsabilidades.