Questõesde UNIFESP sobre Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

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Foram encontradas 54 questões
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UNIFESP 2009 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

No contexto, as palavras mina e efêmeras assumem, respectivamente, o sentido de

Instrução: Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 06.

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A
abala e passageiras.
B
reduz e mensuráveis.
C
altera e transitórias.
D
atenua e perenes
E
reforça e duradouras.
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UNIFESP 2009 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

O texto faz uma crítica ao

Instrução: Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 06.

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A
uso inexpressivo de expressões efêmeras e vazias, o que coíbe a prática do oportunismo irresponsável.
B
trabalho social das empresas, que priorizam ações sociais sem utilizarem um marketing adequado.
C
discurso irresponsável das empresas que, na verdade, destoa das práticas daqueles que o proferem.
D
excesso de discursos sobre sustentabilidade e responsabilidade em empresas engajadas em assuntos de natureza social
E
uso indiscriminado do marketing na divulgação da responsabilidade social das empresas.
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UNIFESP 2009 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Leia o trecho do poema de Ruth do Carmo, extraído do livro Sobre Vida.

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É correto afirmar que o eu lírico

A
apresenta o tio como um peso à rotina familiar, o que se pode comprovar com os versos Meu tio está velho / e não entende o que se fala / (ouve menos).
B
se reporta à fragilidade do tio e demonstra afeição por ele, o que se comprova com os versos mas está aqui, / ali, sentadinho
C
se distanciou deliberadamente do tio, o que se comprova com os versos às vezes trocamos ideias / (tentamos).
D
tem o tio como uma pessoa atenciosa e cautelosa, o que pode ser comprovado com o verso O meu velho tio olha ao redor.
E
sente que o tio tem pouco interesse pelas pessoas, o que se comprova com os versos e não entende / o que se fala.
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UNIFESP 2010 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

No texto, os termos à flor da pele e eclipse trazem as ideias de, respectivamente,

Instrução: Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.

 Por causa do assassinato do caminhoneiro Pascoal de Oliveira, o Nego, pelo – também caminhoneiro – japonês Kababe Massame, após uma discussão, em 31 de julho de 1946, a população de Osvaldo Cruz (SP), que já estava com os nervos à flor da pele em virtude de dois atentados da Shindô-Renmei* na cidade, saiu às ruas e invadiu casas, disposta a maltratar “impiedosamente”, na palavra do historiador local José Alvarenga, qualquer japonês que encontrasse pela frente. O linchamento dos japoneses só foi totalmente controlado com a intervenção de um destacamento do Exército, vindo de Tupã, chamado pelo médico Oswaldo Nunes, um herói daquele dia totalmente atípico na história de Osvaldo Cruz e das cidades brasileiras.

   Com o final da Segunda Guerra Mundial, o eclipse do Estado Novo e o desmantelamento da Shindô-Renmei, inicia-se um ciclo de emudecimento, de ambos os lados, sobre as quatro décadas de intolerância vividas pelos japoneses. Do lado local, foi sedimentando-se no mundo das letras a ideia do país como um “paraíso racial”. Do lado dos imigrantes, as segundas e terceiras gerações de filhos de japoneses se concentraram, a partir da década de 1950, na construção da sua ascensão social. A história foi sendo esquecida, junto com o idioma e os hábitos culturais de seus pais e avós.
 (Matinas Suzuki Jr. Folha de S.Paulo, 20.04.2008. Adaptado.)

 * Shindô-Renmei foi uma organização nacionalista, que surgiu no Brasil após o término da Segunda Guerra Mundial, formada por japoneses que não acreditavam na derrota do Japão na guerra. Possuía alguns membros mais fanáticos que cometiam atentados, tendo matado e ferido diversos cidadãos nipo-brasileiros.

A
irritação e ressurgimento.
B
ódio e obscurecimento.
C
vingança e desaparecimento.
D
nervosismo e recrudescimento
E
ultrassensibilidade e final.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia, Pontuação

No último quadrinho, observando- se a expressão de Liberdade e o que ela diz — seja pela pontuação (???), seja pela reiteração do verbo (sabe) —, sua atitude revela

A
medo e desespero.
B
ironia e melancolia.
C
indignação e agressividade.
D
humor e surpresa.
E
espanto e tristeza
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia, Tipologia Textual

Pode- se afirmar que, com a ida à exposição dos czares russos, o narrador teve a oportunidade de

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A
discutir seus problemas pessoais com pessoas desconhecidas, em especial as idosas, que têm mais experiência de vida.
B
ratificar as idéias sobre a velhice com as quais fora criado, vendo- a relacionada à aposentadoria e aos lamentos.
C
vivenciar a nova forma de vida dos velhos, que o indignou por mostrar uma disposição artificial, que não condiz com a idade deles.
D
entender a nova relação estabelecida entre jovens e idosos, que têm interesses e comportamentos comuns, mesmo lamentando o que não podem fazer.
E
rever seus conceitos sobre a velhice, já que a situação vivenciada na exposição acabou por negá- los
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Diante de mim estava uma senhora cheia de vida, disposta a aprender, apesar dos cabelos grisalhos.

Na frase, apesar dos cabelos grisalhos significa que

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A
os mais velhos têm, normalmente, muito mais disposição para aprender.
B
a busca por novas experiências é uma forma de os mais velhos sublimarem suas frustrações.
C
os velhos deveriam reconhecer sua condição e deixar para os jovens a busca pelo saber.
D
não é porque uma pessoa está velha que não tem mais condições para aprender
E
é inaceitável que uma pessoa velha queira aprender, dadas as limitações próprias da idade.
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UNIFESP 2005 - Português - Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia, Coesão e coerência, Morfologia - Pronomes

Considere os trechos:

Observei-a.

Encontrei- a há pouco tempo.

— Agora que meus filhos estão criados...

No texto de Walcyr Carrasco, os pronomes em destaque referem- se, respectivamente,

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A
a uma senhora, a uma senhora cheia de vida, à mãe de um amigo.
B
à vestimenta de veludo, a uma senhora cheia de vida, ao narrador.
C
a uma senhora, à mãe de um amigo, à mãe de um amigo.
D
à vestimenta de veludo, à mãe de um amigo, ao narrador
E
a uma senhora, à mãe de um amigo, a uma senhora cheia de vida.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Considerando- se o texto de Walcyr Carrasco e observando- se o comentário que a personagem Liberdade faz na tirinha, é certo afirmar que ela se revoltará contra uma velhice que seja

A
semelhante àquela que o narrador concebera a partir de sua educação, contrária ao que se viu na exposição.
B
oposta à vivida pelas pessoas que se aposentam e passam a lamentar pelo que não fizeram.
C
do mesmo tipo daquela vivenciada pela mãe de um amigo do narrador, depois de enviuvar.
D
animada, como a da senhora na exposição, que comentou sobre o vestido de veludo bordado.
E
cheia de ocupações e tarefas, como a da senhora de cabelos grisalhos, disposta ainda a aprender.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Analisando a questão da legibilidade do que se escreve, é correto afirmar que

INSTRUÇÃO: Leia o texto para responder à questão.



INSTRUÇÃO: Leia a letra da música de Adoniran Barbosa, para responder à questão.


A
o poeta e os médicos muito pouco se importam com o registro de sua forma de expressão, pois o que lhes interessa é a produção livre dos textos, sem nenhum tipo de imposição social.
B
o poeta vê a escrita ruim como uma maneira de expor a realidade das pessoas menos favorecidas socialmente, e os médicos entendem a escrita ilegível como uma forma de disfarçar essa realidade.
C
poeta e médicos entendem que o principal é comunicar; a caligrafia é um dos aspectos do processo e, embora importante, não é o principal do ponto de vista da interlocução efetiva.
D
tanto o poeta quanto os médicos vêem na letra mal feita uma forma de se destacarem socialmente em relação às outras pessoas, tornando- se, portanto, singulares no meio em que vivem.
E
o poeta e os médicos têm motivações diferentes para a escrita ruim, pois, para estes, ela não tem uma justificativa, a não ser pela tradição; já para aquele, ela mostra a realidade vivida pelas pessoas menos favorecidas socialmente.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

A frase — Se o médico não tem a informação adequada, existe a possibilidade de não fazer o tratamento correto... — é base para as questão

O correto entendimento da frase permite afirmar que

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A
o médico deve prescindir da informação adequada para realizar o tratamento correto.
B
a informação adequada é uma das condições essenciais para a realização do tratamento correto.
C
a informação adequada é uma conseqüência da realização do tratamento correto.
D
a informação adequada inviabiliza a realização do tratamento correto.
E
o médico não considera importante a realização do tratamento correto sem que haja informação adequada.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Os termos enleva, rouba e penas assumem no poema, respectivamente, os seguintes significados:

INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.

Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,

Um garbo senhoril, nevada alvura,

Metal de voz que enleva de doçura,

Dentes de aljôfar, em rubi cravados.

Fios de ouro, que enredam meus cuidados,

Alvo peito, que cega de candura,

Mil prendas; e (o que é mais que formosura)

Uma graça, que rouba mil agrados.

Mil extremos de preço mais subido

Encerra a linda Márcia, a quem of’reço

Um culto, que nem dela inda é sabido.

Tão pouco de mim julgo que a mereço,

Que enojá- la não quero de atrevido

Co’as penas que por ela em vão padeço.

A
encantar – conquistar – padecimentos.
B
arrebatar – subtrair – plumas.
C
envolver – saquear – piedades.
D
espantar – tomar – compaixões.
E
surpreender – despojar – mágoas.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Neste texto, a relação entre a imagem e a fala permite concluir que a atitude da personagem revela

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A
intimidação.
B
honestidade.
C
agressividade.
D
preocupação.
E
dissimulação.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

De acordo com o texto, a caligrafia dos médicos

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A
é condenada pelos pacientes, porque não atende ao Código de Ética Médica.
B
não precisa ser legível nos casos em que não houver continuidade do tratamento.
C
pode causar transtornos aos pacientes em tratamento, caso seja ilegível.
D
tornou-se um padrão de escrita, ultrapassando o domínio da área médica.
E
deve ser legível nas anotações de prontuário, se a informação for adequada.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Nem mesmo os médicos conseguem, muitas vezes, entender o diagnóstico escrito pelos colegas...

A frase pressupõe que

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A
a letra dos médicos, em geral, não deve ser entendida por outros médicos.
B
os médicos ignoram tanto os pacientes quanto os outros médicos.
C
os médicos têm dificuldades em registrar pela escrita os problemas de seus pacientes.
D
a letra de um médico deveria, pelo menos, ser entendida por outro médico.
E
os médicos não se preocupam com a escrita, porque acreditam que seus pares os entendem.
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UNIFESP 2005 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

A leitura permite afirmar que o trecho

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A
confirma a idéia do jornal, referente à intencionalidade da letra ilegível por parte dos médicos para não serem entendidos pelos pacientes nem por outros médicos.
B
acrescenta à idéia expressa no jornal o fato de que a letra ilegível corresponde a uma forma de identidade profissional, apesar de pôr em risco o tratamento dos pacientes.
C
indica, assim como o jornal, a existência de uma força oculta, que impede os médicos de escreverem de forma legível, apesar dos esforços envidados para isso.
D
apresenta a ilegibilidade com o mesmo significado do jornal, reconhecendo- a como um código da classe médica para manutenção de seus valores, conforme previsto no código de ética da profissão
E
contesta as informações do jornal, pois, ao contrário deste, defende a ilegibilidade como necessária à instauração e manutenção do poder do médico sobre seus pacientes.
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UNIFESP 2012 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

De acordo com o texto, a ordem estrutural diz respeito à macroestrutura da frase e a ordem linear à manifestação concreta, palavra após palavra, dos constituintes da oração. Assinale a alternativa em que, no par de palavras em destaque, em texto de Paulo Cesarino Costa, publicado na Folha de S.Paulo de 02.08.2012, há coincidência entre essas duas ordens.

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A
Exceto pelo fato de que dividirão, com outras dezenas de esportes, as atenções de TVs e rádios, portais de internet, jornais e revistas nos próximos dias numa rara disputa, de onde sairão dois retratos do Brasil.
B
Nas paredes do Instituto Moreira Salles, pode-se ver diferentes concepções de fotojornalismo: da beleza pouco comprometida com a veracidade de Jean Manzon à objetividade das imagens de guerra de Luciano Carneiro.
C
Num mundo cada vez mais dominado pela reprodução eletrônica e imagética dos acontecimentos, há uma interessante oportunidade de resgatar o momento em que a imagem começou a questionar o poder da palavra.

ilustram as imagens”.
D
A revista O Cruzeiro seguia a cartilha da revista norte- americana Life, que preconizava “um novo jornalismo, no qual as imagens formam o texto e as palavras
E
Serão 11 estrelas na tela, mas os ministros do STF e suas capas negras pouco têm a ver com os 11 amarelinhos de Mano Menezes na busca do ouro olímpico.
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UNIFESP 2012 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Assinale a alternativa que traz uma explicação plausível para o riso dos alunos.

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A
As expressões “de cabra” e “em pó” são regidas pelo mesmo termo – “leite” – e, da forma como são empregadas, geram enunciados ambíguos.
B
As expressões “de cabra” e “em pó” estão empregadas em sentido figurado, referindo-se ao mesmo termo regente – “leite”.
C
O verbo da oração – “Beba” – pode admitir dois complementos, havendo a falsa ideia de que “de cabra” seja um deles.
D
O contexto da oração é insuficiente para recuperar o referente das expressões “de cabra” e “em pó”, potencialmente referentes a “Beba” e “leite”.
E
O emprego da expressão “em pó” em sentido figurado cria duplo sentido ao enunciado, interpretando-a como complemento do verbo – “Beba”.
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UNIFESP 2012 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

As informações do segundo parágrafo permitem concluir que o hacker tentou

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A
extorquir a jornalista.
B
pedir um donativo à jornalista.
C
negociar legalmente com a jornalista.
D
eximir-se da culpa pela invasão da conta do e-mail.
E
reconhecer seu erro.
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UNIFESP 2012 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia

Leia o poema Prece, de Fernando Pessoa.
Senhor, a noite veio e a alma é vil.
Tanta foi a tormenta e a vontade!
Restam-nos hoje, no silêncio hostil,
O mar universal e a saudade.
Mas a chama, que a vida em nós criou,
Se ainda há vida ainda não é finda.
O frio morto em cinzas a ocultou:
A mão do vento pode erguê-la ainda.
Dá o sopro, a aragem – ou desgraça ou ânsia –,
Com que a chama do esforço se remoça,
E outra vez conquistaremos a Distância –
Do mar ou outra, mas que seja nossa!
                                 (Fernando Pessoa. Mensagem, 1995.)

Extraído do livro Mensagem, o poema pode ser considerado nacionalista, na medida em que o eu lírico

A
apresenta Portugal como uma nação decadente, que não faz jus ao seu passado de heroísmo e glórias.
B
inspira-se no passado de heroísmo do povo português que, no presente, já não acredita na sua história.
C
busca reviver o sonho de uma da nação grandiosa, cantando um Portugal almejado por seus feitos gloriosos.
D
reconhece o desejo de o povo português glorificar seus heróis, o que não foi possível até o seu presente.
E
descreve o Portugal de seu tempo como uma nação gloriosa e marcada por histórias de heroísmo.