A taxa de desemprego brasileira é uma das menores entre as grandes economias mundiais, segundo o gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo.
“Em janeiro, a taxa de desocupação ficou em 6,1% — o menor resultado para o mês desde o nício da pesquisa do IBGE. Antes da crise, o Brasil tinha a segunda maior taxa de desocupação entre as 20 maiores economias do mundo. Hoje, conseguimos melhorar este índice e estamos em 15º ou 16º lugar no ranking (das maiores taxas de desemprego)”, afirmou Azeredo. “As principais potências ainda sentem os efeitos da crise de 2008, enquanto os avanços em educação, a nserção digital e a formalização do mercado levaram o Brasil a aumentar os postos de trabalho”, acrescentou. (TABAK, 2011).
Sobre as relações de emprego, desemprego e subemprego, é correto afirmar:
“Em janeiro, a taxa de desocupação ficou em 6,1% — o menor resultado para o mês desde o nício da pesquisa do IBGE. Antes da crise, o Brasil tinha a segunda maior taxa de desocupação entre as 20 maiores economias do mundo. Hoje, conseguimos melhorar este índice e estamos em 15º ou 16º lugar no ranking (das maiores taxas de desemprego)”, afirmou Azeredo. “As principais potências ainda sentem os efeitos da crise de 2008, enquanto os avanços em educação, a nserção digital e a formalização do mercado levaram o Brasil a aumentar os postos de trabalho”, acrescentou. (TABAK, 2011).
Sobre as relações de emprego, desemprego e subemprego, é correto afirmar:
Gabarito comentado
Resposta correta: E
Tema central: Estratificação e desigualdade social — aqui focamos nas categorias do mercado de trabalho: emprego, desemprego e subemprego. Entender definições oficiais (IBGE/OIT) e tipos de desemprego é essencial para resolver questões como esta.
Resumo teórico: Segundo a OIT e adotado pelo IBGE, desempregado é quem não trabalha, está disponível para trabalhar e procura emprego (ou aguarda retorno de emprego). Desemprego estrutural decorre de defasagens entre habilidades e vagas (longa duração). Desemprego conjuntural relaciona-se ao ciclo econômico (recessão/expansão). O IBGE considera como empregados aqueles que trabalharam pelo menos uma hora na semana de referência ou tinham vínculo e estavam ausentes temporariamente.
Justificativa da alternativa E (correta): E define corretamente desemprego como a situação de pessoas que podem e querem trabalhar, mas não conseguem encontrar emprego — corresponde às definições da OIT/IBGE sobre desocupação.
Análise das alternativas incorretas:
A — Incorreta. O desemprego estrutural é de caráter duradouro, ligado a mudanças na estrutura produtiva e às qualificações; não é “temporário”.
B — Incorreta. A afirmação absoluta “sempre” é falsa. O IBGE conta como empregadas pessoas que trabalharam ao menos uma hora na semana, mas nem toda atividade produtiva (ex.: trabalho doméstico não remunerado) é classificada como emprego formal; há distinção entre trabalho, ocupação e emprego.
C — Incorreta/insuficiente. A queda do desemprego juvenil não pode ser atribuída apenas ao acesso a tecnologias; fatores são múltiplos (políticas públicas, educação, expansão setorial, formalização). A alternativa simplifica causalidade sem respaldo teórico.
D — Incorreta. O desemprego conjuntural resulta de flutuações do ciclo econômico (crises, recessões) e não é exclusiva de países em desenvolvimento; descreve temporariedade, não grandes mudanças estruturais.
Dica de prova: Procure palavras absolutas ("sempre", "sempre é") e relacione termos-chave (estrutural = longo prazo/mismatch; conjuntural = ciclo econômico). Use definições oficiais (IBGE/OIT) para validar respostas.
Referências rápidas: IBGE (PNAD/PME) e Organização Internacional do Trabalho (OIT) — definições sobre ocupação e desemprego.
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