In Text 6, we note a number of verbs in Portuguese
in the imperative form. Some of the following sentences
demonstrate the usage of the imperative form in English:
I- Hurry up! We're going to be late for the party.
II- I am going to study for the test.
III- Why can't I spend the night at my friend's house?
IV- Don't touch the paint! It's still wet.
Choose from the following options the one which
contains sentences in the imperative form:
I- Hurry up! We're going to be late for the party.
II- I am going to study for the test.
III- Why can't I spend the night at my friend's house?
IV- Don't touch the paint! It's still wet.
Choose from the following options the one which contains sentences in the imperative form:
TEXTO 6
[…]
Amado (na sua euforia profissional) – Cunha,
escuta. Vi um caso agora. Ali, na praça da
Bandeira. Um caso que. Cunha, ouve. Esse caso
pode ser a tua salvação!
Cunha (num lamento) – Estou mais sujo do que pau
de galinheiro!
Amado (incisivo e jocundo) – Porque você é uma
besta, Cunha. Você é o delegado mais burro do
Rio de Janeiro.
(Cunha ergue-se.)
Cunha (entre ameaçador e suplicante) – Não pense
que. Você não se ofende, mas eu me ofendo.
Amado (jocundo) – Senta!
(Cunha obedece novamente.)
Cunha (com um esgar de choro) – Te dou um tiro!
Amado – Você não é de nada. Então, dá. Dá!
Quedê?
Cunha – Qual é o caso?
Amado – Olha. Agorinha, na praça da Bandeira.
Um rapaz foi atropelado. Estava juntinho
de mim. Nessa distância. O fato é que caiu.
Vinha um lotação raspando. Rente ao meio-fio.
Apanha o cara. Em cheio. Joga longe. Há aquele
bafafá. Corre pra cá, pra lá. O sujeito estava lá,
estendido, morrendo.
Cunha (que parece beber as palavras do repórter) –
E daí?
Amado (valorizando o efeito culminante) – De
repente, um outro cara aparece, ajoelha-se
no asfalto, ajoelha-se. Apanha a cabeça do
atropelado e dá-lhe um beijo na boca.
CUNHA (confuso e insatisfeito) – Que mais?
Amado (rindo) – Só.
Cunha (desorientado) – Quer dizer que. Um sujeito
beija outro na boca e. Não houve mais nada. Só
isso?
(Amado ergue-se. Anda de um lado para outro.
Estaca, alarga o peito.)
Amado – Só isso!
Cunha – Não entendo.
Amado (abrindo os braços para o teto) – Sujeito
burro! (para o delegado) Escuta, escuta! Você não
quer se limpar? Hein? Não quer se limpar?
Cunha – Quero!
Amado – Pois esse caso.
Cunha – Mas ...
Amado – Não interrompe! Ou você não percebe?
Escuta […]
(RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 12/13.)
TEXTO 6
[…]
Amado (na sua euforia profissional) – Cunha,
escuta. Vi um caso agora. Ali, na praça da Bandeira. Um caso que. Cunha, ouve. Esse caso pode ser a tua salvação!
Cunha (num lamento) – Estou mais sujo do que pau de galinheiro!
Amado (incisivo e jocundo) – Porque você é uma besta, Cunha. Você é o delegado mais burro do Rio de Janeiro.
(Cunha ergue-se.)
Cunha (entre ameaçador e suplicante) – Não pense que. Você não se ofende, mas eu me ofendo.
Amado (jocundo) – Senta!
(Cunha obedece novamente.)
Cunha (com um esgar de choro) – Te dou um tiro!
Amado – Você não é de nada. Então, dá. Dá!
Quedê?
Cunha – Qual é o caso?
Amado – Olha. Agorinha, na praça da Bandeira. Um rapaz foi atropelado. Estava juntinho de mim. Nessa distância. O fato é que caiu. Vinha um lotação raspando. Rente ao meio-fio. Apanha o cara. Em cheio. Joga longe. Há aquele bafafá. Corre pra cá, pra lá. O sujeito estava lá, estendido, morrendo.
Cunha (que parece beber as palavras do repórter) – E daí?
Amado (valorizando o efeito culminante) – De repente, um outro cara aparece, ajoelha-se no asfalto, ajoelha-se. Apanha a cabeça do atropelado e dá-lhe um beijo na boca.
CUNHA (confuso e insatisfeito) – Que mais?
Amado (rindo) – Só.
Cunha (desorientado) – Quer dizer que. Um sujeito beija outro na boca e. Não houve mais nada. Só isso?
(Amado ergue-se. Anda de um lado para outro. Estaca, alarga o peito.)
Amado – Só isso!
Cunha – Não entendo.
Amado (abrindo os braços para o teto) – Sujeito burro! (para o delegado) Escuta, escuta! Você não quer se limpar? Hein? Não quer se limpar?
Cunha – Quero!
Amado – Pois esse caso.
Cunha – Mas ...
Amado – Não interrompe! Ou você não percebe?
Escuta […]
(RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 12/13.)
Gabarito comentado
Tema central da questão: O foco está na identificação do modo imperativo em frases em inglês, reconhecendo sua estrutura e uso correto – habilidade essencial para provas de vestibular.
Explicação teórica: O modo imperativo em inglês serve para expressar ordens, conselhos, instruções ou pedidos. Ele é formado pelo verbo na forma base (sem to), sem o sujeito explícito, pois subentende-se o “you”. Para negar, usa-se don’t + verbo. Seguir essa estrutura é válido tanto em frases afirmativas quanto negativas.
Análise das sentenças:
I – “Hurry up!”
Imperativo afirmativo: ordem direta para que alguém se apresse. É o uso clássico do imperativo.
II – “I am going to study for the test.”
Não é imperativo. Trata-se de uma afirmação sobre intenção pessoal no presente contínuo, com sujeito declarado. Errada.
III – “Why can't I spend the night at my friend's house?”
Trata-se de uma pergunta, não uma ordem, pedido ou conselho. Não utiliza o modo imperativo. Errada.
IV – “Don't touch the paint!”
Imperativo negativo: ordem expressa por meio de “don't” seguida do verbo na base. Forma correta do imperativo negativo.
Justificativa da alternativa correta (C):
Apenas I e IV apresentam frases no modo imperativo. Essa identificação exige ler com atenção, buscando ordens diretas ou instruções dadas – lembre-se: frases imperativas usam o verbo sozinho, sem sujeito declarado.
Análise das alternativas incorretas:
- A) Only I: Incompleta, pois desconsidera o imperativo negativo em IV.
- B) I, II, III, and IV: Inclui frases fora do imperativo (II e III), contrariando a teoria.
- D) Only IV: Desconsidera a frase imperativa afirmativa em I.
Estratégia e dicas:
Fique atento a frases que apresentam ordens ou instruções, normalmente começando diretamente com o verbo. Frases descritivas ou perguntas geralmente não utilizam o imperativo. Uma pegadinha comum é confundir frases afirmativas de intenção (como II) com ordens; analise a estrutura!
Gabarito: C) Only I and IV.
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