Questão 4b5a1e01-e0
Prova:FATEC 2013
Disciplina:Português
Assunto:Regência, Sintaxe
Considere as frases a seguir reescritas a partir das ideias do texto.
Há uma rotina _____ que o profssional deve se adequar ao trabalhar em casa: acordar, vestir-se, estabelecer horários, cumprir metas etc.
Os familiares _____ quem se predispõe a fazer home ofce devem colaborar para criar um ambiente propício para esse profssional.
O visitante, _____ quem nosso diretor foi muito solícito, trabalha em uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.
De acordo com a norma do padrão culto, as preposições que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas das frases são:
Considere as frases a seguir reescritas a partir das ideias do texto.
Há uma rotina _____ que o profssional deve se adequar ao trabalhar em casa: acordar, vestir-se, estabelecer horários, cumprir metas etc.
Os familiares _____ quem se predispõe a fazer home ofce devem colaborar para criar um ambiente propício para esse profssional.
O visitante, _____ quem nosso diretor foi muito solícito, trabalha em uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.
De acordo com a norma do padrão culto, as preposições que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas das frases são:
Há uma rotina _____ que o profssional deve se adequar ao trabalhar em casa: acordar, vestir-se, estabelecer horários, cumprir metas etc.
Os familiares _____ quem se predispõe a fazer home ofce devem colaborar para criar um ambiente propício para esse profssional.
O visitante, _____ quem nosso diretor foi muito solícito, trabalha em uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.
De acordo com a norma do padrão culto, as preposições que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas das frases são:
Feito em casa
Na era digital, as empresas de tecnologia costumam desbravar novos territórios. No entanto, há duas semanas, uma decisão do Yahoo! causou polêmica: a empresa de tecnologia decidiu banir o home ofice de todas as suas fiais. A justificativa enviada aos funcionários foi a de que “a velocidade e a qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha em casa”
No Brasil, continua-se a defender a prática, mas com ressalvas: há vários cuidados necessários para torná-la realmente eficiente.
Diego Gomes, paulistano, funcionário de uma instituição bancária, trabalha dois dias por semana em casa. Ele optou pelo trabalho remoto no dia do rodízio de seu carro e na sexta-feira, quando o trânsito é pior.
Apesar de reconhecer os benefícios, ele afirma que precisou tomar precauções para sua produtividade não ser afetada, como criar um ambiente de escritório em casa e conversar com sua família. “[Com a família] precisa ser duro: das 9 h às 18 h, estou trabalhando: não vou ao mercado e não vou consertar chuveiro. Tem que deixar claro.”
No banco onde Diego atua, os funcionários que se interessam pelo teletrabalho têm de participar de um workshop e precisam fazer uma autoavaliação. Eles precisam verificar, por exemplo, se trabalham com independência e se sabem cumprir metas diárias ou se sua performance precisa de acompanhamento constante.
As empresas também procuram descartar certos funcionários na hora de escolher quem fará home office. A diretora de RH Edna Bedani afirma que estagiários não devem atuar em casa. “São pessoas em formação, que precisam de orientação”, afirma.
Especialistas também destacam a necessidade de disciplina do profissional que fica em casa. “É preciso manter a rotina como se você fosse para o escritório: acordar, tomar banho, tomar café, vestir-se etc., afirma Jorge Matos, presidente de uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.
Feito em casa
Na era digital, as empresas de tecnologia costumam desbravar novos territórios. No entanto, há duas semanas, uma decisão do Yahoo! causou polêmica: a empresa de tecnologia decidiu banir o home ofice de todas as suas fiais. A justificativa enviada aos funcionários foi a de que “a velocidade e a qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha em casa”
No Brasil, continua-se a defender a prática, mas com ressalvas: há vários cuidados necessários para torná-la realmente eficiente.
Diego Gomes, paulistano, funcionário de uma instituição bancária, trabalha dois dias por semana em casa. Ele optou pelo trabalho remoto no dia do rodízio de seu carro e na sexta-feira, quando o trânsito é pior.
Apesar de reconhecer os benefícios, ele afirma que precisou tomar precauções para sua produtividade não ser afetada, como criar um ambiente de escritório em casa e conversar com sua família. “[Com a família] precisa ser duro: das 9 h às 18 h, estou trabalhando: não vou ao mercado e não vou consertar chuveiro. Tem que deixar claro.”
No banco onde Diego atua, os funcionários que se interessam pelo teletrabalho têm de participar de um workshop e precisam fazer uma autoavaliação. Eles precisam verificar, por exemplo, se trabalham com independência e se sabem cumprir metas diárias ou se sua performance precisa de acompanhamento constante.
As empresas também procuram descartar certos funcionários na hora de escolher quem fará home office. A diretora de RH Edna Bedani afirma que estagiários não devem atuar em casa. “São pessoas em formação, que precisam de orientação”, afirma.
Especialistas também destacam a necessidade de disciplina do profissional que fica em casa. “É preciso manter a rotina como se você fosse para o escritório: acordar, tomar banho, tomar café, vestir-se etc., afirma Jorge Matos, presidente de uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.
No Brasil, continua-se a defender a prática, mas com ressalvas: há vários cuidados necessários para torná-la realmente eficiente.
Diego Gomes, paulistano, funcionário de uma instituição bancária, trabalha dois dias por semana em casa. Ele optou pelo trabalho remoto no dia do rodízio de seu carro e na sexta-feira, quando o trânsito é pior.
Apesar de reconhecer os benefícios, ele afirma que precisou tomar precauções para sua produtividade não ser afetada, como criar um ambiente de escritório em casa e conversar com sua família. “[Com a família] precisa ser duro: das 9 h às 18 h, estou trabalhando: não vou ao mercado e não vou consertar chuveiro. Tem que deixar claro.”
No banco onde Diego atua, os funcionários que se interessam pelo teletrabalho têm de participar de um workshop e precisam fazer uma autoavaliação. Eles precisam verificar, por exemplo, se trabalham com independência e se sabem cumprir metas diárias ou se sua performance precisa de acompanhamento constante.
As empresas também procuram descartar certos funcionários na hora de escolher quem fará home office. A diretora de RH Edna Bedani afirma que estagiários não devem atuar em casa. “São pessoas em formação, que precisam de orientação”, afirma.
Especialistas também destacam a necessidade de disciplina do profissional que fica em casa. “É preciso manter a rotina como se você fosse para o escritório: acordar, tomar banho, tomar café, vestir-se etc., afirma Jorge Matos, presidente de uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.
A
a ... de ... com
B
a ... com ... em
C
para ... em ... com
D
para ... de ... em
E
em ... com ... para
Gabarito comentado
G
Gustavo RodriguesMonitor com apoio de IA
Gabarito: A
Fundamento decisivo: A resolução depende da regência nas três lacunas: “adequar-se a”, “familiares de quem se predispõe a fazer home office” e “ser solícito com alguém”. Como a única sequência compatível com essas construções é “a ... de ... com”, o gabarito é A.
Tema central: Regência nominal e verbal
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A é a única que respeita simultaneamente as três exigências sintáticas da reescrita. Na primeira lacuna, o verbo pronominal pede “adequar-se a”, formando “a que o profissional deve se adequar”. Na segunda, a preposição antes de “quem” não vem do verbo “predispõe-se”, mas da relação nominal “familiares de alguém”, resultando em “familiares de quem se predispõe a fazer home office”. Na terceira, o adjetivo “solícito” rege “com”, logo a forma correta é “com quem nosso diretor foi muito solícito”.
B
Errada
Erra a segunda e a terceira lacunas. “Familiares com quem se predispõe...” não expressa a relação nominal pedida, que é “familiares de alguém”. Além disso, “solícito em quem” contraria a regência de “solícito”, que, nessa construção, exige “com”.
C
Errada
A primeira lacuna já invalida a alternativa, porque a construção correta é “adequar-se a”, e não “adequar-se para”. A segunda também está inadequada: “familiares em quem...” não corresponde à relação sintática exigida por “familiares de alguém”. Só a terceira preposição coincide com a regência correta.
D
Errada
A alternativa falha na primeira e na terceira lacunas. “Adequar-se para” fere a regência do verbo pronominal, que pede “a”. E “solícito em” também está errado, porque a construção normativa é “solícito com alguém”.
E
Errada
As três preposições estão inadequadas. Não se forma “rotina em que deve se adequar”, mas “rotina a que deve se adequar”; “familiares com quem se predispõe...” não traduz a relação nominal de pertencimento ou vínculo pedida por “familiares”; e “solícito para quem” não corresponde à regência normativa de “solícito” nesse contexto.
Pegadinha da questão
A confusão real está na segunda lacuna: muitos candidatos puxam a preposição de “predispor-se a”, mas ali o que manda antes de “quem” é a relação “familiares de alguém”; a preposição “a” já fica ligada a “fazer”.
Dica para questões semelhantes
- Antes de escolher a preposição, identifique qual palavra realmente a exige: o verbo, o nome ou o adjetivo.
- Em estruturas com pronome relativo, verifique se a preposição vem da oração subordinada ou do termo antecedente.
- Não escolha pela ideia geral da frase; em regência, a decisão é sintática, não por aproximação semântica.
- Se houver verbo pronominal e infinitivo na mesma estrutura, confira se a preposição do verbo já está ocupando outra ligação da frase.






