Questõesde UFRN 2011

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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Biologia - Hereditariedade e diversidade da vida

A produção agrícola teve um grande aumento ao longo dos últimos 50 anos. Uma parte significativa desse crescimento deveu-se à seleção de variedades de vegetais com características mais adequadas tanto à produtividade quanto à aceitação pelos consumidores. Uma alternativa que possibilita acelerar a obtenção de novas variedades do vegetal é expor os exemplares a uma fonte de radiação gama antes de se realizar a polinização.

O aumento da ocorrência de novas variedades nessas amostras de vegetais expostas à radiação gama é decorrente

A
da eliminação de amostras mais fracas.
B
de alterações provocadas no material genético.
C
da formação de vegetais transgênicos.
D
do surgimento de sementes clonadas.
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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Biologia - Gimnospermas e Angiospermas, Identidade dos seres vivos

Uma avaliação das características morfológicas de angiospermas permite perceber que as plantas desse grupo apresentam maior grau de complexidade, quando comparadas com vegetais dos outros grupos. Como os organismos mais complexos têm um mais alto dispêndio de energia, essas características existem em angiospermas porque favorecem uma maior

A
necessidade de água para reprodução.
B
sobrevivência na região do círculo polar.
C
eficiência na dispersão das sementes.
D
absorção de seiva bruta pelas raízes.
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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Biologia - Hereditariedade e diversidade da vida

O texto abaixo reproduz parte de uma reportagem do programa “Globo Rural” que abordou uma Norma Federal reguladora do cultivo de milho transgênico e do milho convencional.

“Em cada propriedade, o fiscal federal agropecuário faz o teste na lavoura. A folha é misturada a uma solução que aponta se a proteína da planta é geneticamente modificada. O resultado sai em cinco minutos. [...]

Toda essa tecnologia é usada para ajudar o produtor rural a cumprir uma norma que existe desde 2007, que determina o espaçamento necessário entre a lavoura de milho convencional e a lavoura de milho transgênico do vizinho.

Quando uma lavoura de milho transgênico faz divisa com outra que tem milho convencional o produtor deve respeitar a distância mínima de isolamento de cem metros. Se isso não for possível, o proprietário do milho transgênico deve fazer uma borda com 20 metros onde tenha pelo menos dez linhas de milho convencional. [...]”

“Com isso, estaremos garantindo para o agricultor vizinho que, se planta milho convencional, ele possa vender como milho convencional. Se a gente não fizer isso, o vizinho que planta o milho convencional do lado de quem planta milho transgênico, vai ter que vender o milho como transgênico”, explicou o agrônomo Rodrigo Pita.”

Disponível em: http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0- 4370-341389,00.html. Acesso em: 8 jul.2010.


Para que o agricultor continue a ter sua plantação classificada como milho convencional, o cumprimento da Norma reduz a possibilidade de

A
contaminação da planta convencional com uma proteína estranha.
B
manutenção da quantidade normal do pólen produzido pelas anteras.
C
deformação nas estruturas das anteras e dos pistilos.
D
contato do pólen da planta transgênica com a convencional.
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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Química - Equilíbrio Químico, Sistemas Homogêneos: Equilíbrio Químico na Água: pH e pOH, Indicadores Ácido-Base, Solução Tampão.

A toxina botulínica (a mesma substância com que se produz o botox, usado no tratamento antirruga) vem sendo estudada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com o objetivo de se diminuir a intensidade dos movimentos feitos pelo estômago e tornar a digestão mais lenta, em casos de obesidade crônica. A toxina é produzida por determinadas bactérias, cuja reprodução é inibida por pH inferior a 4,5, por temperatura próxima a 100°C e pela presença de nitritos e nitratos como aditivos.

Sendo assim, para produzir a toxina botulínica, em um meio de cultivo dessas bactérias, a concentração de íons H+ deve estar entre

A
10-3 e 10-4 mol/L
B
10-1 e 10-2 mol/L.
C
0 e 10-4 mol/L.
D
10-5 e 10-6 mol/L.
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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Química - Grandezas: massa, volume, mol, massa molar, constante de Avogadro e Estequiometria., Representação das transformações químicas

A mineração do calcário no Rio Grande do Norte, embora seja uma atividade que se destaca no Setor da Economia Local, gerando empregos, renda e crescimento econômico para o Estado, também apresenta vários riscos ambientais. A cal (óxido de cálcio), que é obtida pela decomposição térmica do calcário (fundamentalmente carbonato de cálcio), mesmo apresentando numerosas aplicações na Indústria, na Agricultura, dentre outras, emite dióxido de carbono para a atmosfera, conforme se observa na equação a seguir, que representa a decomposição do carbonato de cálcio.



Com a decomposição de 400kg de calcário, se emitem para a atmosfera

A
22 kg de CO2.
B
44 kg de CO2.
C
88 kg de CO2.
D
176 kg de CO2.
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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Química - Cinética Química, Velocidade de Reação, Energia de Ativação, Concentração, Pressão, Temperatura e Catalisador

Leia o texto abaixo:

Para reciclar sucata de alumínio, basta aquecê-la até a temperatura de fusão do alumínio, que é de 660°C. O alumínio derretido é transformado em lingotes, que são vendidos às indústrias que o usam. Às vezes, vem ferro junto com o alumínio. Para separá-lo, usa-se um ímã, antes de jogar a sucata de alumínio no forno de fusão.
Quando a sucata de alumínio é de latas de refrigerante, a gente precisa prensar um monte de latas para formar um pacote menor. É que as latas são de alumínio muito fino e na temperatura do forno de fusão seriam atacadas pelo oxigênio do ar. O alumínio formaria óxido de alumínio e perderíamos todo o alumínio. Quando as latas estão prensadas, o oxigênio não chega lá tão facilmente e o alumínio derrete antes de ser atacado pelo oxigênio.

Texto adaptado: Tele-curso 2000, Química, Aula 24.


Do ponto de vista da Cinética, prensar as latas de alumínio diminui a velocidade da reação porque diminui

A
a energia de ativação do complexo ativado da etapa lenta, no mecanismo da reação.
B
a concentração do alumínio na etapa lenta, no mecanismo da reação.
C
a superfície de contato entre o metal e o oxigênio.
D
a concentração de oxigênio.
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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Biologia - Biomas brasileiros, Ecologia e ciências ambientais

A carnaúba, palmeira típica da Região Nordeste do Brasil, apresenta muitas utilidades. A cera extraída da folha é que apresenta maior diversidade de uso. Enquanto o tronco é utilizado na Construção Civil e a polpa da fruta, para fazer farinha, a cera é utilizada na indústria alimentícia, na fabricação de produtos farmacêuticos e de cosméticos, na confecção de chips e códigos de barras, participando ainda da composição de lubrificantes e vernizes.



Para a carnaúba, a cera da folha tem a função de

A
intensificar a entrada de luz nas células, favorecendo a síntese de CO2.
B
proporcionar uma defesa natural contra temperaturas elevadas.
C
aumentar a taxa de transpiração, tornando mais eficiente o uso da água.
D
promover uma maior absorção da água presente no ar.
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UFRN 2011, UFRN 2011, UFRN 2011 - Química - Substâncias Inorgânicas: dissociação iônica e ionização, conceitos de ácido-base., Soluções e Substâncias Inorgânicas

Leia as informações contidas na tirinha abaixo.



Uma substância que pode ser incluída no cardápio de antiácidos por ter propriedades básicas é

A
NaF.
B
CaCl2.
C
Mg(OH)2.
D
CH3COOH.