Questõessobre Artigos
Analise as proposições em relação à obra Melhores poemas, Manuel Bandeira, e ao Texto 1.
I. Nos versos “Será a idade que pareces” (verso 2) e “Tivesses a que tivesses” (verso 3) a
palavra destacada, em relação à morfossintaxe, classifica-se em artigo/adjunto adnominal
e pronome demonstrativo/objeto direto, sequencialmente.
II. No verso “Que exíguo o teu talhe! E penso” (verso 5) se as palavras destacadas forem
substituídas, respectivamente, por pequeno e porte o sentido e a coerência, no texto, são
mantidos.
III. O sinal de pontuação de reticências nos versos “Dão os dois uma mancheia...” (verso 10) e
“Faz cinza de desenganos...” (verso 12) é usado para reforçar o sentido dos termos
assinalados.
IV. O poema é marcado por elementos linguísticos como, reticências e interrogação, ponto de
exclamação, dois pontos, vocativo, para configurar a função que o autor deseja: registrar a
emoção, a expressividade por meio da expressão oral.
V. Nos versos “Que idade tens, Colombina” (verso 1) e “Perdão, perdão, Colombina” (verso
33) a palavra destacada, em relação à morfologia, é substantivo próprio nos dois versos e,
quanto à sintaxe, no verso 1 é vocativo e no verso 33, sujeito.
Assinale a alternativa correta.
Os canadenses descobriram que até nas universidades
prolifera um tipo de leitor: o que lê bem e não entende. Estudo
com 400 alunos da Universidade de Alberta mostrou um déficit
de compreensão não detectado em 5% de toda a população. São
pessoas que, quando investem numa leitura, esquecem o
significado específico de uma passagem.
Revista Língua Portuguesa. Ano 7. Nº 78. Abril de 2012 (fragmento).
Os elementos linguísticos destacados no fragmento são,
respectivamente,
Atente para as seguintes afirmações sobre
alguns dos elementos do texto.
I. Os gramáticos modernos distinguem os
advérbios frásicos (aqueles advérbios que
modificam um elemento da frase, como em Ele
correu muito.) dos advérbios extrafrásicos
(aqueles que são exteriores à frase, estão no
âmbito da enunciação, como em Ele,
naturalmente, passou de primeira, não foi?).
Esse segundo grupo congrega os advérbios
avaliativos, isto é, que indicam uma avaliação
do enunciador acerca do conteúdo enunciado.
No texto em estudo, temos um advérbio
frásico na linha 61: “sempre”; e um advérbio
extrafrásico na linha 62: “infelizmente”.
II. Na expressão “os três prudentes macaquinhos
orientais” (linhas 57-58), o artigo definido “os”
confere a “três macaquinhos orientais” o status
de informação conhecida.
III. O texto 2 da prova, embora constitua apenas
um excerto do parágrafo original, apresenta a
estrutura paragráfica canônica: tópico frasal ou
introdução, desenvolvimento e conclusão.
Está correto o que se diz em

Nos enunciados a seguir, se retirarmos o termo destacado, a construção fica incoerente apenas em:
Pá, pá, pá
VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa em que o artigo sublinhado denota familiaridade.
Assinale a alternativa correta
WIKIPÉDIA, A ENCICLOPÉDIA LIVRE. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3% >Acesso em:20 jun.2008
Em “Não uma aranha, mas me parecia “a” aranha.” (l. 28-29),
a substituição do artigo indefinido pelo definido gera, como
efeito de sentido,

Em relação ao excerto: “Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca,
oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente.”, é correto afirmar que:
Em relação ao excerto: “Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca,
oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente.”, é correto afirmar que:
Assinale a alternativa correta, considerando o texto.
Em “a questão” (quadro 1) e em “a inflação”
(quadro 2), as palavras grifadas são
substantivos femininos, que se encontram no
singular, com os quais o artigo definido a, que
os precede, deve concordar em gênero e em
número.

Assinale a alternativa correta, considerando o texto.
Em “Reencontramos o ‘Acumulem! acumulem!’ ”
(linhas 32-33), a forma verbal repetida assume
a função de substantivo, porque é determinada
pelo artigo definido “o”.
A economia precisa parar de crescer


Desmesura (linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.
Em “O emprego, o pagamento dos
aposentados, a renovação dos gastos públicos
supõem o aumento constante do produto
interno bruto (PIB)” (linhas 21-24), o vocábulo
“o”, que aparece antepondo-se a “emprego”,
“pagamento” e “aumento”, tem a função textual
de artigo definido. Da mesma forma, é artigo
definido quando aparece contraído com a
preposição “de”, no plural, antes de
“aposentados” e de “gastos” e, no singular,
antes de “produto interno bruto (PIB)”, porque
em todos os registros destacados antecede e
define os substantivos a que se junta.
Em “O emprego, o pagamento dos aposentados, a renovação dos gastos públicos supõem o aumento constante do produto interno bruto (PIB)” (linhas 21-24), o vocábulo “o”, que aparece antepondo-se a “emprego”, “pagamento” e “aumento”, tem a função textual de artigo definido. Da mesma forma, é artigo definido quando aparece contraído com a preposição “de”, no plural, antes de “aposentados” e de “gastos” e, no singular, antes de “produto interno bruto (PIB)”, porque em todos os registros destacados antecede e define os substantivos a que se junta.
A economia precisa parar de crescer


Desmesura (linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Tome o trecho: O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta relação correta entre a palavra do trecho e sua classificação morfológica.
Em “Não uma aranha, mas me parecia “a” aranha.” (l. 28-29),
a substituição do artigo indefinido pelo definido gera, como
efeito de sentido,
LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. Disponível em: <http://claricelispector.blogspot.com/2008/07/uma-esperana.html>. Acesso em: 29 maio 2011. Adaptado.
Assinale a alternativa correta com relação
à função textual dos vocábulos no texto.
O artigo definido “a”, na expressão “a mulher”
(linha 17), é utilizado para determinar o termo
“mulher” já mencionado no texto.
Assinale a alternativa correta com relação à função textual dos vocábulos no texto.
O artigo definido “a”, na expressão “a mulher”
(linha 17), é utilizado para determinar o termo
“mulher” já mencionado no texto.
Texto
Homo conectus
Roberto Pompeu de Toledo
(Texto adaptado da Revista Veja. São Paulo: Abril, ano
45, n. 6, 08 fev. 2012, p. 126)
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
I - O artigo indefinido usado em “Um comediante” assume no contexto função semântica valorativa.
II - O termo “não”, no enunciado, foi usado como formador de sentido e funciona como recurso argumentativo.
III - O termo “como”, no enunciado, foi usado para produzir um efeito de relação conformativa.

Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser
um masoquista” (linhas 17-19), a construção
destacada em negrito também poderia ser
reescrita da seguinte forma: “o fato do sujeito”.
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser
um masoquista” (linhas 17-19), a construção
destacada em negrito também poderia ser
reescrita da seguinte forma: “o fato do sujeito”.
Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.
(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Considere as seguintes ocorrências de artigo
no texto.
I - O artigo indefinido na linha 03.
II - O artigo definido na linha 14.
III - A segunda ocorrência do artigo definido na
linha 27.
Quais poderiam ser omitidos, preservando a
correção de seus contextos?
INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo.
NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.
Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)
“Quanto à inveja, pregou friamente que era a virtude principal, origem de prosperidades infinitas; virtude preciosa,
que chegava a suprir todas as outras, e ao próprio talento.”
(4° parágrafo)
Os termos em destaque constituem, respectivamente,
Leia o trecho do conto “A igreja do Diabo”, de Machado de Assis (1839-1908), para responder à questão.
Uma vez na terra, o Diabo não perdeu um minuto. Deu-se pressa em enfiar a cogula¹ beneditina, como hábito de boa fama, e entrou a espalhar uma doutrina nova e extraordinária, com uma voz que reboava nas entranhas do século. Ele prometia aos seus discípulos e fiéis as delícias da terra, todas as glórias, os deleites mais íntimos. Confessava que era o Diabo; mas confessava-o para retificar a noção que os homens tinham dele e desmentir as histórias que a seu respeito contavam as velhas beatas.
– Sim, sou o Diabo, repetia ele; não o Diabo das noites sulfúreas, dos contos soníferos, terror das crianças, mas o Diabo verdadeiro e único, o próprio gênio da natureza, a que se deu aquele nome para arredá-lo do coração dos homens. Vede-me gentil e airoso. Sou o vosso verdadeiro pai. Vamos lá: tomai daquele nome, inventado para meu desdouro², fazei dele um troféu e um lábaro3 , e eu vos darei tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo...
Era assim que falava, a princípio, para excitar o entusiasmo, espertar os indiferentes, congregar, em suma, as multidões ao pé de si. E elas vieram; e logo que vieram, o Diabo passou a definir a doutrina. A doutrina era a que podia ser na boca de um espírito de negação. Isso quanto à substância, porque, acerca da forma, era umas vezes sutil, outras cínica e deslavada.
Clamava ele que as virtudes aceitas deviam ser substituídas por outras, que eram as naturais e legítimas. A soberba, a luxúria, a preguiça foram reabilitadas, e assim também a avareza, que declarou não ser mais do que a mãe da economia, com a diferença que a mãe era robusta, e a filha uma esgalgada4 . A ira tinha a melhor defesa na existência de Homero; sem o furor de Aquiles, não haveria a Ilíada: “Musa, canta a cólera de Aquiles, filho de Peleu”... [...] Pela sua parte o Diabo prometia substituir a vinha do Senhor, expressão metafórica, pela vinha do Diabo, locução direta e verdadeira, pois não faltaria nunca aos seus com o fruto das mais belas cepas do mundo. Quanto à inveja, pregou friamente que era a virtude principal, origem de prosperidades infinitas; virtude preciosa, que chegava a suprir todas as outras, e ao próprio talento.
As turbas corriam atrás dele entusiasmadas. O Diabo incutia-lhes, a grandes golpes de eloquência, toda a nova ordem de coisas, trocando a noção delas, fazendo amar as perversas e detestar as sãs.
Nada mais curioso, por exemplo, do que a definição que ele dava da fraude. Chamava-lhe o braço esquerdo do homem; o braço direito era a força; e concluía: Muitos homens são canhotos, eis tudo. Ora, ele não exigia que todos fossem canhotos; não era exclusivista. Que uns fossem canhotos, outros destros; aceitava a todos, menos os que não fossem nada. A demonstração, porém, mais rigorosa e profunda, foi a da venalidade5 . Um casuísta6 do tempo chegou a confessar que era um monumento de lógica. A venalidade, disse o Diabo, era o exercício de um direito superior a todos os direitos. Se tu podes vender a tua casa, o teu boi, o teu sapato, o teu chapéu, coisas que são tuas por uma razão jurídica e legal, mas que, em todo caso, estão fora de ti, como é que não podes vender a tua opinião, o teu voto, a tua palavra, a tua fé, coisas que são mais do que tuas, porque são a tua própria consciência, isto é, tu mesmo? Negá-lo é cair no absurdo e no contraditório. Pois não há mulheres que vendem os cabelos? não pode um homem vender uma parte do seu sangue para transfundi-lo a outro homem anêmico? e o sangue e os cabelos, partes físicas, terão um privilégio que se nega ao caráter, à porção moral do homem? Demonstrando assim o princípio, o Diabo não se demorou em expor as vantagens de ordem temporal ou pecuniária; depois, mostrou ainda que, à vista do preconceito social, conviria dissimular o exercício de um direito tão legítimo, o que era exercer ao mesmo tempo a venalidade e a hipocrisia, isto é, merecer duplicadamente.
(Contos: uma antologia, 1998.)
1 cogula: espécie de túnica larga, sem mangas, usada por certos religiosos.
2 desdouro: descrédito, desonra.
3 lábaro: estandarte, bandeira.
4 esgalgado: comprido e estreito.
5 venalidade: condição ou qualidade do que pode ser vendido.
6 casuísta: pessoa que pratica o casuísmo (argumento fundamentado em raciocínio enganador ou falso).