Questõesde IF-PE sobre História
Leia o TEXTO 18 para responder à questão 45.
TEXTO 18
Um país governado pelos proprietários está dentro da ordem social; o país onde os não proprietários
governam acha-se em estado de natureza.
D’ANGLAS, Boissy apud SOBOUL, Albert. História da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Zahar, 1981, p.
400.
O TEXTO 18 é um fragmento do discurso proferido por Boissy d’Anglas na apresentação do projeto de
Constituição, em 23 de junho de 1795, no contexto da Revolução Francesa. O argumento sustentado pelo
autor está, CORRETAMENTE, sintetizado na defesa
Leia o TEXTO 18 para responder à questão 45.
TEXTO 18
Um país governado pelos proprietários está dentro da ordem social; o país onde os não proprietários governam acha-se em estado de natureza.
D’ANGLAS, Boissy apud SOBOUL, Albert. História da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Zahar, 1981, p. 400.
O TEXTO 18 é um fragmento do discurso proferido por Boissy d’Anglas na apresentação do projeto de
Constituição, em 23 de junho de 1795, no contexto da Revolução Francesa. O argumento sustentado pelo
autor está, CORRETAMENTE, sintetizado na defesa
A escola de samba Paraíso do Tuiutí desfilou, no carnaval do Rio de Janeiro, com o enredo “Meu Deus,
meu Deus, está extinta a escravidão?”. Em 2018, nos 130 anos da Lei Áurea, a agremiação realizou uma
crítica a esse marco legal que, sem nenhuma indenização ou compensação para os recém-libertos, sem
nenhuma política de emprego ou de acesso à terra, dificultou a integração dos ex-escravos na sociedade.
Além daquele presente no título do enredo, o processo abolicionista vem suscitando outros
questionamentos entre os estudiosos do tema. Uma dessas indagações é quanto à participação popular na
luta pelo fim da escravidão, pressionando o governo por mudanças na lei escravista. Entre as estratégias
colocadas em prática pelo movimento abolicionista estavam:
I. organizar eventos artísticos e passeatas.
II. ingressar com processos na justiça e ações parlamentares.
III.incentivar fugas e resistências armadas.
IV.comprar passagens de retorno para a África.
V. usar espaços cedidos pela Igreja Católica para mobilizações.
Estão CORRETAS, apenas, as estratégias contidas em
Leia o TEXTO 16 para responder à questão.
TEXTO 16
O Recife foi alçado à condição de vila após mais de uma década de tensões políticas entre comerciantes
reinóis, desejosos de aceder ao poder local, e senhores de engenho da terra, ciosos de seus espaços de
representação. A criação da nova vila por ordem régia de 19 de novembro de 1709, longe de resolver a
questão, atiçou o conflito que se desdobrou em uma pequena guerra civil conhecida ao tempo como as
“calamidades de Pernambuco” e, a partir do século XIX, como a “guerra dos mascates”. Apesar da
resistência feroz da nobreza da terra, acabou prevalecendo o grupo de homens de negócio reinóis e a
municipalidade recifense consolidou-se como órgão de poder local, superando a congênere quinhentista
de Olinda.
SOUZA, George. Saciar para manter a ordem e o bem público: a Câmara Municipal do Recife e o problema do abastecimento da vila (século XVIII). Locus, Juiz de Fora/MG, v. 38, p. 103-120, 2014. p. 114. Disponível em: <https://locus.ufjf.emnuvens.com.br/locus/article/viewFile/2849/2168>. Acesso em: 15 maio 2018 (adaptado).
A narração do episódio ocorrido na Capitania de Pernambuco, contida no TEXTO 16, aborda,
CORRETAMENTE,
Leia o TEXTO 16 para responder à questão.
TEXTO 16
O Recife foi alçado à condição de vila após mais de uma década de tensões políticas entre comerciantes reinóis, desejosos de aceder ao poder local, e senhores de engenho da terra, ciosos de seus espaços de representação. A criação da nova vila por ordem régia de 19 de novembro de 1709, longe de resolver a questão, atiçou o conflito que se desdobrou em uma pequena guerra civil conhecida ao tempo como as “calamidades de Pernambuco” e, a partir do século XIX, como a “guerra dos mascates”. Apesar da resistência feroz da nobreza da terra, acabou prevalecendo o grupo de homens de negócio reinóis e a municipalidade recifense consolidou-se como órgão de poder local, superando a congênere quinhentista de Olinda.
SOUZA, George. Saciar para manter a ordem e o bem público: a Câmara Municipal do Recife e o problema do abastecimento da vila (século XVIII). Locus, Juiz de Fora/MG, v. 38, p. 103-120, 2014. p. 114. Disponível em: <https://locus.ufjf.emnuvens.com.br/locus/article/viewFile/2849/2168>. Acesso em: 15 maio 2018 (adaptado).
A narração do episódio ocorrido na Capitania de Pernambuco, contida no TEXTO 16, aborda,
CORRETAMENTE,