Questõesde UNESP sobre Política

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UNESP 2013 - Atualidades - Política, Guerras, Conflitos e Terrorismo na Atualidade

Ocorrida entre 2011 e 2012, a série de manifestações e protestos, que recebeu o nome de “Primavera Árabe”, aconteceu principalmente em países situados

A
na América do Sul e no Oriente Médio.
B
no Sudeste Asiático e na América do Sul.
C
na África Subsaariana e no Oriente Médio.
D
no Leste Europeu e no Norte da África.
E
no Norte da África e no Oriente Médio.
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UNESP 2017 - Atualidades - Política, Política Internacional, Atualidades do ano de 2017

  Depois de autorizar a expansão dos assentamentos em Jerusalém Oriental, Israel aprovou a construção de 2500 casas na Cisjordânia.

                                                            (www.brasil.elpais.com, 24.01.2017. Adaptado.)  

  O Conselho de Segurança da ONU exigiu que Israel parasse de construir casas na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental. O argumento é que os assentamentos “colocam em risco a viabilidade da solução de dois Estados”.

                                                         (www.cartacapital.com.br, 02.02.2017. Adaptado.)

O atrito entre Israel  e o Conselho de Segurança da ONU deve-se ao fato de

A
Cisjordânia e Jerusalém Oriental serem territórios palestinos tomados por Israel na Guerra dos Seis Dias.
B
Cisjordânia e Jerusalém Oriental estabelecerem planos de ocupação com ideais socialistas no Oriente Médio.
C
Israel ter mantido a ocupação dos territórios, em desrespeito ao acordo de paz de Yom Kipur.
D
Israel consolidar a segregação entre hutus e tutsis, com a criação de assentamentos em regiões periféricas.
E
Cisjordânia e Jerusalém Oriental receberem refugiados ossétios, apesar do apoio israelense aos georgianos.
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UNESP 2017 - Atualidades - Política, Política Internacional, Atualidades do ano de 2017

Um dos principais lemas da campanha presidencial de Donald Trump foi “Make America Great Again”. Tal lema pode ser associado à seguinte frase do texto:

      Dado que o Presidente eleito Donald Trump articulou uma visão coerente dos assuntos externos, parece que os Estados Unidos devem rejeitar a maioria das políticas do período pós-1945. Para Trump, a OTAN é um mau negócio, a corrida nuclear é algo bom, o presidente russo Vladimir Putin é um colega admirável, os grandes negócios vantajosos apenas para nós, norte-americanos, devem substituir o livre-comércio.

      Com seu estilo peculiar, Trump está forçando uma pergunta que, provavelmente, deveria ter sido levantada há 25 anos: os Estados Unidos devem ser uma potência global, que mantenha a ordem mundial – inclusive com o uso de armas, o que Theodore Roosevelt chamou, como todos sabem, de Big Stick?

      Curiosamente, a morte da União Soviética e o fim da Guerra Fria não provocaram imediatamente esse debate. Na década de 1990, manter um papel de liderança global para os Estados Unidos parecia barato – afinal, outras nações pagaram pela Guerra do Golfo Pérsico de 1991. Nesse conflito e nas sucessivas intervenções norte-americanas na antiga Iugoslávia, os custos e as perdas foram baixos. Então, no início dos anos 2000, os americanos foram compreensivelmente absorvidos pelas consequências do 11 de setembro e pelas guerras e ataques terroristas que se seguiram. Agora, para melhor ou para pior, o debate está nas nossas mãos.

(Eliot Cohen. “Should the U.S. still carry a ‘big stick’?”. www.latimes.com, 18.01.2017. Adaptado.)

A
“Com seu estilo peculiar, Trump está forçando uma pergunta que, provavelmente, deveria ter sido levantada há 25 anos”.
B
“O Presidente eleito Donald Trump articulou uma visão coerente dos assuntos externos”.
C
“Na década de 1990, manter um papel de liderança global para os Estados Unidos parecia barato”.
D
“Os Estados Unidos devem ser uma potência global, que mantenha a ordem mundial”.
E
“Curiosamente, a morte da União Soviética e o fim da Guerra Fria não provocaram imediatamente esse debate”.
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UNESP 2015 - Atualidades - Política, Política no Brasil, Atualidades do ano de 2015

      Sob o ponto de vista individual, a corrupção pode ser vista como uma escolha racional, baseada em uma ponderação dos custos e dos benefícios dos comportamentos honesto e corrupto. No tocante às empresas, punir apenas as pessoas, ignorando as entidades, implica adotar, nesse âmbito, a teoria da maçã podre, como se a corrupção fosse um vício dos indivíduos que as praticaram no seio empresarial. O que constatamos é bem diferente disso. A corrupção era, para as empresas envolvidas na operação Lava Jato, um modelo de negócio que majorava o lucro em benefício de todos.

(Entrevista com Deltan Martinazzo Dallagnol [procurador público]. O Estado de S.Paulo, 18.03.2015. Adaptado.)

A corrupção é abordada no texto como um problema que pode ser explicado sob um ponto de vista

A
ético, devido ao comportamento irracionalista que é assumido pelos indivíduos.
B
moral, pois o fenômeno é abordado como resultado de comportamentos desregrados.
C
pragmático, pois é considerada sobretudo a avaliação dos efeitos práticos das ações.
D
jurídico, pois é necessária uma legislação mais rigorosa para coibir o fenômeno.
E
materialista, pois suas causas relacionam-se com a estrutura do sistema capitalista.
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UNESP 2015 - Atualidades - Política, Atualidades do ano de 2015, Política Internacional

     O BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – vem negociando cuidadosamente o estabelecimento de mecanismos independentes de financiamento e estabilização, como o Arranjo Contingente de Reservas (Contingent Reserve Arrangement – CRA) e o Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank – NDB). O primeiro será um fundo de estabilização entre os cinco países; o segundo, um banco para financiamento de projetos de investimento no BRICS e outros países em desenvolvimento.

                                                                                                (www.cartamaior.com.br. Adaptado.)

O Arranjo Contingente de Reservas e o Novo Banco de Desenvolvimento procuram suprir a escassez de recursos nas economias emergentes. Tais iniciativas constituem uma alternativa

A
às instituições de crédito privadas, encerrando a sujeição econômica dos países emergentes e evitando a assinatura de termos regulatórios coercitivos sobre as práticas de produção.
B
aos bancos centrais dos países do BRICS, reduzindo os problemas econômicos de curto prazo e maximizando o poder de negociação do grupo.
C
às instituições criadas na Conferência de Bretton Woods, definindo novos mecanismos de autodefesa e estimulando o crescimento econômico.
D
ao norte-americano Plano Marshall, elegendo com autonomia o destino da ajuda econômica e os investimentos públicos em áreas estratégicas.
E
à hegemonia do Banco Mundial, deslocando o centro do sistema capitalista e os fluxos de informação para os países em desenvolvimento.