In Text 6, the character has a disease called progeria.
The abstract that follows is a research about Hutchinson–
Gilford progeria syndrome. Choose the best sequence of
words to complete the text:
Hutchinson–Gilford progeria syndrome (HGPS) is an
extremely rare 1 ____________ that causes premature,
rapid aging shortly 2 ____________ birth. Recently,
de novo point mutations in the Lmna 3
____________
have been found in individuals with HGPS. Lmna
encodes lamin A and C, the A-type lamins, which are
an important 4 ____________ of the nuclear envelope.
The most common HGPS 5 ____________ is located
at codon 608 (G608G). This mutation creates a cryptic
splice site within exon 11, 6 ____________ deletes a
proteolytic cleavage site within the expressed mutant
lamin A. Incomplete processing of prelamin A results
in nuclear lamina abnormalities that can be observed in
7 ____________ studies of HGPS cells. [...]
(Pollex, RL; Hegele, RA. Hutchinson–Gilford progeria
syndrome. Clinical Genetics, Denmark, v. 66, n. 5, p. 375-
381, nov. 2004. Available on: http://www.ingentaconnect.
com/search/article?option1=tka&value1=PROGERIA&pa
geSize=10&index=1. Accessed on: July 14th, 2015.)
In Text 6, the character has a disease called progeria. The abstract that follows is a research about Hutchinson– Gilford progeria syndrome. Choose the best sequence of words to complete the text:
Hutchinson–Gilford progeria syndrome (HGPS) is an extremely rare 1 ____________ that causes premature, rapid aging shortly 2 ____________ birth. Recently, de novo point mutations in the Lmna 3 ____________ have been found in individuals with HGPS. Lmna encodes lamin A and C, the A-type lamins, which are an important 4 ____________ of the nuclear envelope. The most common HGPS 5 ____________ is located at codon 608 (G608G). This mutation creates a cryptic splice site within exon 11, 6 ____________ deletes a proteolytic cleavage site within the expressed mutant lamin A. Incomplete processing of prelamin A results in nuclear lamina abnormalities that can be observed in 7 ____________ studies of HGPS cells. [...]
(Pollex, RL; Hegele, RA. Hutchinson–Gilford progeria
syndrome. Clinical Genetics, Denmark, v. 66, n. 5, p. 375-
381, nov. 2004. Available on: http://www.ingentaconnect.
com/search/article?option1=tka&value1=PROGERIA&pa
geSize=10&index=1. Accessed on: July 14th, 2015.)
TEXTO 6
Rápido, rápido
Sofro – sofri – de progéria, uma doença na qual o organismo corre doidamente para a velhice e a morte. Doidamente talvez não seja a palavra, mas não me ocorre outra e não tenho tempo de procurar no dicionário – nós, os da progéria, somos pessoas de um desmesurado senso de urgência. Estabelecer prioridades é, para nós, um processo tão vital como respirar. Para nós, dez minutos equivalem a um ano. Façam a conta, vocês que têm tempo, vocês que pensam que têm tempo. Enquanto isso, eu vou escrevendo aqui – e só espero poder terminar. Cada letra minha equivale a páginas inteiras de vocês. Façam a conta, vocês. Enquanto isso, e resumindo:
8h15min – Estou nascendo. Sou o primeiro filho – que azar! – e o parto é longo, difícil. Respiro, e já vou dizendo as primeiras palavras (coisas muito simples, naturalmente: mamã, papá) para grande surpresa de todos! Maior surpresa eles têm quando me colocam no berço – desço meia hora depois, rindo e pedindo comida! Rindo! Àquela hora,
8h45min – eu ainda podia rir.
9h20min – Já fui amamentado, já passei da fase oral – meus pais (ele, dono de um pequeno armazém; ela, de prendas domésticas) já aceitaram, ao menos em parte, a realidade, depois que o pediatra (está aí uma especialidade que não me serve) lhes explicou o diagnóstico e o prognóstico. E já estou com dentes! Em poucos minutos (de acordo com o relógio de meu pai, bem entendido) tenho sarampo, varicela, essas coisas todas.
Meus pais me matriculam na escola, não se dando conta que às 10h40min, quando a sineta bater para o recreio, já terei idade para concluir o primeiro grau. Vou para a escola de patinete; já na esquina, porém, abandono o brinquedo que parece-me então muito infantil. Volto-me, e lá estão os meus pais chorando, pobre gente.
10h20min – Não posso esperar o recreio; peço licença à professora e saio. Vou ao banheiro; a seiva da vida circula impaciente em minhas veias. Manipulo-me. Meu desejo tem nome: Mara, da oitava série. Por enquanto é mais velha do que eu. Lá pelas onze horas poderia namorá-la – mas então, já não estarei no colégio. Ali, me foge o doce pássaro da juventude.
[...]
(SCLIAR, Moacyr. Melhores contos. 6. ed. São Paulo: Global, 2003. p. 54-55.)
TEXTO 6
Rápido, rápido
Sofro – sofri – de progéria, uma doença na qual o organismo corre doidamente para a velhice e a morte. Doidamente talvez não seja a palavra, mas não me ocorre outra e não tenho tempo de procurar no dicionário – nós, os da progéria, somos pessoas de um desmesurado senso de urgência. Estabelecer prioridades é, para nós, um processo tão vital como respirar. Para nós, dez minutos equivalem a um ano. Façam a conta, vocês que têm tempo, vocês que pensam que têm tempo. Enquanto isso, eu vou escrevendo aqui – e só espero poder terminar. Cada letra minha equivale a páginas inteiras de vocês. Façam a conta, vocês. Enquanto isso, e resumindo:
8h15min – Estou nascendo. Sou o primeiro filho – que azar! – e o parto é longo, difícil. Respiro, e já vou dizendo as primeiras palavras (coisas muito simples, naturalmente: mamã, papá) para grande surpresa de todos! Maior surpresa eles têm quando me colocam no berço – desço meia hora depois, rindo e pedindo comida! Rindo! Àquela hora,
8h45min – eu ainda podia rir.
9h20min – Já fui amamentado, já passei da fase oral – meus pais (ele, dono de um pequeno armazém; ela, de prendas domésticas) já aceitaram, ao menos em parte, a realidade, depois que o pediatra (está aí uma especialidade que não me serve) lhes explicou o diagnóstico e o prognóstico. E já estou com dentes! Em poucos minutos (de acordo com o relógio de meu pai, bem entendido) tenho sarampo, varicela, essas coisas todas.
Meus pais me matriculam na escola, não se dando conta que às 10h40min, quando a sineta bater para o recreio, já terei idade para concluir o primeiro grau. Vou para a escola de patinete; já na esquina, porém, abandono o brinquedo que parece-me então muito infantil. Volto-me, e lá estão os meus pais chorando, pobre gente.
10h20min – Não posso esperar o recreio; peço licença à professora e saio. Vou ao banheiro; a seiva da vida circula impaciente em minhas veias. Manipulo-me. Meu desejo tem nome: Mara, da oitava série. Por enquanto é mais velha do que eu. Lá pelas onze horas poderia namorá-la – mas então, já não estarei no colégio. Ali, me foge o doce pássaro da juventude.
[...]
(SCLIAR, Moacyr. Melhores contos. 6. ed. São Paulo: Global, 2003. p. 54-55.)
Gabarito comentado
Tema central: Vocabulário técnico em inglês na área de genética e doenças raras, com foco na correta aplicação de termos como genetic disorder, mutation e gene em contexto científico.
O objetivo da questão é avaliar a sua habilidade de completar adequadamente trechos de um texto técnico, utilizando o vocabulário específico adequado ao tema da síndrome de Hutchinson-Gilford (progéria).
Justificativa da Alternativa Correta (B):
1) genetic disorder: o texto fala de uma condição rara, e o termo correto é "distúrbio genético".
2) after: indica que o envelhecimento ocorre "após" o nascimento.
3) gene: a mutação está localizada no gene Lmna.
4) structural component: refere-se à função das proteínas codificadas por Lmna.
5) mutation: descreve a alteração pontual (G608G).
6) which: pronome relativo conectando as ideias.
7) immunofluorescent: descreve o método pelo qual se observam as alterações celulares.
Toda a sequência respeita não apenas o significado das palavras, mas sua aplicação técnica conforme visto em livros de referência como Medical Genetics (Thompson & Thompson).
Análise das alternativas incorretas:
A e D: usam "mutation" para descrever a doença, trocando o conceito de causa (a mutação) pelo de condição clínica (o distúrbio genético).
A, C e D: misturam termos técnicos em posições inadequadas: por exemplo, usam "immunofluorescent" para descrever genes ou componentes estruturais — o que é incorreto.
C: inverte a ordem correta, pondo "gene" no lugar do componente estrutural e vice-versa, causando incoerência.
Dica de prova: sempre leia todo o trecho e associe cada termo ao seu campo técnico. Termos próximos podem confundir, por isso revise o significado exato (ex: "mutation" ≠ "genetic disorder"; "gene" ≠ "component").
Conclusão: A alternativa B é a única que mantém a precisão, coesão e coerência do texto técnico. Aplicando esse raciocínio, você ficará cada vez mais seguro em questões de vocabulário científico nos concursos.
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