As rubricas ou indicações cênicas são “textos que não se destinam a ser pronunciados no palco, mas que ajudam o leitor a
compreender e a imaginar a ação e as personagens. Esses textos são igualmente úteis ao diretor e aos atores durante os
ensaios, mesmo que eles não os respeitem.” (RYNGAERT, Jean-Pierre. Introdução à análise do teatro. São Paulo: Martins
Fontes, 1996, p. 44)
Entre as indicações cênicas a seguir – extraídas de O Anjo Negro, de Nelson Rodrigues – assinale a que se destina à
leitura e interpretação do texto e não à sua encenação.
As rubricas ou indicações cênicas são “textos que não se destinam a ser pronunciados no palco, mas que ajudam o leitor a compreender e a imaginar a ação e as personagens. Esses textos são igualmente úteis ao diretor e aos atores durante os ensaios, mesmo que eles não os respeitem.” (RYNGAERT, Jean-Pierre. Introdução à análise do teatro. São Paulo: Martins Fontes, 1996, p. 44)
Entre as indicações cênicas a seguir – extraídas de O Anjo Negro, de Nelson Rodrigues – assinale a que se destina à leitura e interpretação do texto e não à sua encenação.
Gabarito comentado
Gabarito: A
Fundamento decisivo: O critério decisivo é distinguir a rubrica voltada à encenação concreta da rubrica voltada à leitura e interpretação; o enunciado pede a indicação que "se destina à leitura e interpretação do texto e não à sua encenação". Em A, a formulação sobre o tempo e a ausência de sol tem predominância simbólica e interpretativa, o que a torna a opção correta.
- Verifique se a rubrica organiza algo encenável: cenário, objeto, luz, posição, figurino, gesto ou movimento.
- Se o trecho formula uma condição abstrata, simbólica ou existencial, ele tende mais à leitura e interpretação do que à montagem direta.
- Não decida por uma palavra isolada; avalie a função global da rubrica no texto dramático.






