Questõesde UECE 2014
Se as equações das circunferências M e P, no
sistema de coordenadas cartesianas usual, são
respectivamente x2 + y2 - 6x - 10y + 18 = 0 e
x2 + y2 - 12x - 8y + 36 = 0, pode-se afirmar
corretamente que
Sejam x um número real e i o número
complexo tal que i2 = -1.
Se p = x + i e q = x – i, então, p + q + pq é igual a
Sejam x um número real e i o número complexo tal que i2 = -1.
Se p = x + i e q = x – i, então, p + q + pq é igual a
Quantos são os inteiros positivos
n
com três
dígitos tais que n/3 e
3n
são inteiros positivos com
três dígitos?
18.
Observe o discurso das personagens e atente
ao que se diz sobre ele.
I. Fradinho emprega a palavra autoritária
disfarçada por um discurso politicamente
correto.
II. O discurso da graúna demonstra a
consciência que ela tem do lugar do negro
nessa sociedade.III O discurso da graúna foi friamente
organizado para que Fradinho entrasse em
desespero.
Está correto que se diz em:
Henrique de Souza Filho, o Henfil (*1944 †1988), foi jornalista, cartunista, quadrinista e escritor, porém é mais conhecido por seus cartuns. Atuou nos movimentos sociais e políticos brasileiros, defendendo o fim do regime militar.

Neste cartoon (ou cartum, em português),
está representado um ato de fala, o diálogo,
caracterizado pela mudança de turno, entre as
personagens, no texto, Fradinho e Graúna. Como
todo cartum, este se estrutura com elementos de
dois campos semióticos (ou campos de significação):
o do desenho e o da palavra. Escreva V para o que
for verdade a respeito do cartum em análise, e F,
para o que for falso.
( ) Falamos de texto, no singular, para
simplificar, mas, na realidade, temos dois
textos: um linguístico e um não linguístico.
( ) Os olhos de Fradinho, ou melhor, a direção
de seu olhar (campo semiótico do desenho)
complementa elementos da primeira fala:
“esta” e “dela”, indicando que Fradinho não
fala à graúna, mas dela, para alguém que
está fora do campo visual do leitor.
( ) Os elementos descritivos não são
apresentados por palavras, mas por traços
de desenho.
( ) A irritação de Fradinho é expressa por
elementos linguísticos e por elementos não
linguísticos.
( ) O desânimo de Fradinho se expressa por
elementos linguísticos.
Está correta, de cima para baixo, a sequência que
segue:
Henrique de Souza Filho, o Henfil (*1944 †1988), foi jornalista, cartunista, quadrinista e escritor, porém é mais conhecido por seus cartuns. Atuou nos movimentos sociais e políticos brasileiros, defendendo o fim do regime militar.

A seção de número 2 do texto 2 intitula-se
VÍNCULO MENOS ASSIMÉTRICO ENTRE NEGROS E
BRANCOS. A expressão que mais se aproxima do
significado da expressão VÍNCULO MENOS
ASSIMÉTRICO, no texto, é
O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.
Texto 2

Releia o parágrafo 2 do texto 1. Você deve ter
percebido que o Paulo César de que fala o texto 2 é o
mesmo Paulo César de que fala Nélson Rodrigues no
texto 1. Cotejando esses dois textos, marque a opção
INCORRETA.
O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.
Texto 2

Sobre a seção “Riscos simbólicos”, reconheça o
que for verdadeiro escrevendo V, e o que for falso
escrevendo F.
( ) A Copa do Mundo de 1950, sediada no
Brasil, seria um bom cenário para mostrar
ao mundo que o País era um paraíso racial.
( ) A seleção brasileira de 1950 compunha-se
de jogadores brancos e negros; entre os
negros, o goleiro Barbosa e o defensor
Bigode.
( ) Reunindo, no mesmo time, jogadores
negros e jogadores brancos, o espaço
delimitado do campo seria um símbolo do
Brasil sem preconceito racial.
( ) A escolha de dois jogadores negros para
ser responsabilizados pela derrota da
seleção desconstruiu o simbolismo de ser o
Brasil um paraíso racial.
( ) Ao falar em chibata moral, o enunciador faz
uma alusão às chibatadas que os senhores
de engenho infringiam aos negros
escravos.
Está correta, de cima para baixo, a sequência
seguinte:
O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.
Texto 2

Pelo texto de Florenzano, conclui-se que os
grandes pecados de Paulo César consistiam em ser
negro e
O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.
Texto 2

Na primeira parte do texto, o autor fala em
paradoxo (linha 54), palavra que pode ser entendida
como uma contradição entre opiniões divergentes de
uma mesma pessoa; entre opinião e comportamento
ou entre os termos de uma proposição. Assinale a
opção que expressa corretamente, no texto, os
elementos que formam o paradoxo.
O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.
Texto 2

O cronista faz alusão a Otelo, personagem da
tragédia shakespeariana intitulada “Otelo, o Mouro
de Veneza”. Otelo, o protagonista, apaixona-se por
uma jovem de família nobre, Desdêmona, com quem
se casa. Insuflado por Iago, acaba matando a amada
por ciúme. Nas linhas 32 e 45, o cronista escreve
Otelo, com a inicial maiúscula. Na linha 47, põe o
vocábulo no plural e o grafa com inicial minúscula.
Atente para o que se diz sobre o uso das iniciais
maiúsculas e minúsculas, nesse caso.
I. A maiúscula se justifica por ser a palavra um
substantivo próprio, no caso, um antropônimo,
que individualiza um ser humano.
II. A minúscula, por seu lado, justifica-se porque o
vocábulo Otelo não mais nomeia um homem
em particular, mas um conjunto de sujeitos que
representam um tipo, no texto, o ciumento.
Migrou, pois, da categoria de substantivo
próprio para a de substantivo comum.
III. A grafia otelos é opcional. O cronista poderia
ter escrito com maiúscula: somos 90 milhões
de Otelos.
Está correto o que se diz em

Sobre o trecho seguinte: “Há um tipo de vaia
que explode como uma força da natureza. Sim. Uma
vaia que venta, chove, troveja e relampeja” (linhas
14-16), é INCORRETO afirmar que

Atente ao que se diz sobre o enunciado que vai
da linha 33 à linha 35.
I. O vocábulo “mordido”, no texto, é particípio do
verbo morder e entra na composição da voz
passiva.
II. Na voz ativa, teríamos a seguinte estrutura:
(...) as vaias precisavam morder o escrete.
III. Se o cronista optasse pelo uso da voz ativa,
mantendo a primeira oração no início, o sentido
do enunciado continuaria o mesmo.
Está correto o que se diz apenas em

Na segunda seção, o enunciador, para
representar a difícil relação entre negros e brancos,
mediada pelo futebol, lança mão de uma imagem, o
trem. Assinale a opção que reúne somente
expressões que remetem, direta ou indiretamente, a
trem.
O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.
Texto 2

Assinale a opção que apresenta uma voz que
NÃO é a voz do enunciador.

A pátria em chuteiras é o título do livro de
crônicas de Nélson Rodrigues, sobre futebol, de onde
foi retirada a crônica “O escrete do sonho”. O título
do livro é também o título de uma das crônicas que
compõem a obra. No início da crônica “A pátria em
chuteiras”, Nélson Rodrigues faz a seguinte
interrogação: “Pergunto: — para nós, o que é o
escrete? — Digamos: é a pátria em calções e
chuteiras, a dar rútilas botinadas, em todas as
direções. O escrete representa os nossos defeitos e
as nossas virtudes. Em suma: — o escrete chuta por
100 milhões de brasileiros. E cada gol do escrete é
feito por todos nós”.
Assinale a afirmação correta em relação ao título do
livro.

Mário Rodrigues Filho (*Recife, 1908 †Rio de
Janeiro, 1966), ou apenas Mário Filho, era irmão de
Nélson Rodrigues. Tido como o maior jornalista
esportivo brasileiro de todos os tempos, inovou a
maneira de descrever as partidas e falar dos
jogadores. Deu nome ao antigo Estádio Municipal do
Maracanã, que oficialmente passou a chamar-se
Estádio Jornalista Mário Filho. Segundo o cronista,
Mário Filho é que deveria escrever a história do
tricampeonato: “Só ele teria a visão homérica do
maior feito do futebol brasileiro e mundial” (linhas 2-
4). Com o enunciado entre aspas, o cronista quer
dizer que Mário Filho

Dans le groupe nominal "Du don" (ligne 35) le
nom est précédé d’un mot grammatical qui

Nommer l’auteur "Monsieur Bouquet" (ligne
43) constitue un exemple de/d’
