Questõesde UECE sobre Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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85e83b7d-c6
UECE 2013 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Marque com V o que for verdadeiro e com F o que for falso, em relação à crônica “Porta de colégio”.


( ) O cronista introduz a ideia núcleo do texto logo nas três primeiras linhas e o faz por meio de uma analogia.

( ) No quarto parágrafo, o enunciador responde à pergunta retórica feita no terceiro, empregando o advérbio interrogativo onde. As respostas, no entanto, não correspondem às respostas que se dariam a uma pergunta feita com o advérbio onde. Na pergunta correspondente a essas respostas, deveria constar algo como “Que acontecerá” ou “Como estarão”, não onde.

( ) O vocábulo clima (linha 6) e o vocábulo atmosfera (linha 11) não poderiam intercambiar suas ocorrências no texto sem prejuízo do sentido.

( ) No parágrafo 5 (linhas 37-45), o cronista faz alusão a um conto infantil, para mostrar como os adolescentes só têm segurança dentro da escola.

( ) Os assaltos do “lobo feroz” (linha 40), corresponderiam, no mundo moderno, ao estupro, ao latrocínio, ao homicídio, ao tráfico de crianças e de mulheres, à venda de drogas, em suma, aos perigos da vida moderna.


Está correta a seguinte sequência de cima para baixo:

Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


TEXTO I

Porta de colégio 



SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
A
V, V, F, F, V.
B
V, F, V, V, F.
C
V, V, V, F, V.
D
F, V, F, V, V.
6b52290d-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

No final do texto, há a sugestão de que


I. no torturado arma-se um embate entre o corpo e a mente.

II. o torturado, no início da tortura, luta para não morrer fisicamente e, no final, anseia por essa morte, que lhe dará alívio.

III. só há duas maneiras de o torturado ver-se livre do sofrimento: morrer fisicamente ou prestar as informações que o torturador deseja.


Estão corretas as complementações contidas em


A

I e II apenas.

B

II e III apenas.

C

I e III apenas. 

D

I, II e III.

6b551be8-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Quando um torturador diz “Que Deus que nada, porque Deus aqui é nós mesmo” (linhas 38- 39), só NÃO se deve entender ou concluir que


A

o “nós mesmo” compreende ele próprio, os outros torturadores e os próprios torturados.

B

o vocábulo Deus, no enunciado do torturador, tem conotações diversas: na primeira ocorrência, o vocábulo indica a entidade abstrata que grande parte das religiões considera como o criador; na segunda ocorrência, sugere o poder de vida e de morte que tem o torturador sobre o torturado.

C

em “Deus aqui é nós mesmo”, há uma construção que foge aos ditames da gramática normativa, mas que é importante para a coerência do texto. 

D

o sentido do enunciado seria preservado mesmo se fosse omitido o termo “porque”.

6b59a827-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Redação - Reescritura de texto, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

A crônica de João Ubaldo tem uma estrutura curiosa. Escreva V para o que for verdadeiro e F, para o que for falso sobre essa estrutura.


( ) O primeiro enunciado da crônica, que é também o primeiro da introdução (linha 49), expressa a ideia central do texto.

) A introdução é interrompida já na linha 49.

( ) Da linha 50 até a linha 58, quando retoma o enunciado introdutório, o enunciador faz uma digressão ou divagação, afastando-se do tema principal do texto.

( ) A introdução de pequenos fatos narrados levanos a entender que o texto, na realidade, não é uma crônica. Ele configura um novo tipo de texto que poderíamos denominar de gênero misto.

( ) A conclusão da crônica começa na linha 147, com o vocábulo “vestibular”. A partir dessa linha, poderíamos ter um novo parágrafo.


Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: 


A

F, F, V, V, V.

B

V, V, F, F, V.

C

V, V, V, F, V.

D

F, F, V, V, F.

6b47c905-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Figuras de Linguagem, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma sobre os seguintes enunciados: “Essa é a hipérbole virtuosa do torturador. Assemelha-se ao ato cirúrgico, extraindo da vítima algo maligno que ela não expeliria sem agressão”. (linhas 14-17)



( ) O enunciado hiperbólico é aquele cuja ênfase expressiva resulta da suavização e da minimização da significação linguística. Registra-se, no excerto transcrito, um exemplo desse processo.

( ) O símile do enunciado em questão, como todos os outros símiles, traz explícitos os dois termos da comparação. Quando ele torna o texto mais expressivo, mais rico em significações, diz-se que ele é um elemento estilístico, tem funcionalidade textual.

( ) Com as comparações desse excerto, o enunciador consegue dar uma impressão viva da intensidade da dor.

( ) Assim como um médico extirpa um tumor maligno, em um processo extremamente doloroso, mas que salva a vida de uma pessoa, um torturador inflige ao preso uma enorme dor para lhe arrancar informações. Essa dor, no entanto, vai salvar-lhe a vida, porque porá fim à tortura. É essa a lógica da tortura.

( ) No excerto há duas comparações que trazem um dos termos fora desses enunciados: a primeira, entre o “ato cirúrgico” e a “tortura”; a segunda, entre o “algo maligno” e o que o torturado guarda para si e não quer revelar ao torturador.



Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:


A

F, V, V, V, V.

B

F, F, F, V, V.

C

V, V, V, F, F. 

D

F, V, V, F, V.

6b4ba5d6-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Ao longo do texto, a palavra “tortura” é substituída por outras, em um processo que se conhece como anáfora. Nesta questão, lidamos com duas anáforas de tortura: “suplício” (linha 21); “supremo opróbrio” (linha 22). Atente ao que se diz a respeito dessas anáforas.


I. O vocábulo “tortura” e suas anáforas – “suplício” e “opróbrio” – estão em uma ordem aleatória, casual. Poder-se-ia mudar a ordem em que foram distribuídos e o texto não seria prejudicado em nenhum nível.

II. A ordem em que os três vocábulos – “tortura”, “suplício” e “opróbrio” – estão dispostos no texto indica uma intenção argumentativa do enunciador, isto é, uma intenção de convencer o leitor sobre as ideias que expressa. Esse cunho argumentativo intensifica-se com o adjetivo “supremo”.

III. O vocábulo supremo significa “que está acima de qualquer coisa; que se encontra no limite máximo”. Assim, esse adjetivo modaliza o discurso do enunciador. Mostra a relação dele com o que está dizendo. No caso do texto, essa relação é de conteúdo assumido: o enunciador assume totalmente o conteúdo do que diz.


Está correto o que se afirma em


A

I, II e III.

B

II e III apenas. 

C

I e III apenas.

D

I e II apenas.

6b4e9eb2-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

O dicionário Houaiss eletrônico dá para o vocábulo “suplício” acepções variadas quase todas relacionadas ao sofrimento físico. Já para o substantivo “opróbrio”, as acepções são ligadas ao sofrimento moral e psicológico. Diante do exposto sobre a significação desses dois vocábulos, assinale a assertiva verdadeira. 


A

A tortura pode ser somente física. O psicológico e o moral não podem sofrer o efeito da tortura física, uma vez que estão no patamar não material, libertos das amarras dos sentidos. 

B

O texto mostra que, na realidade, não há confusão entre interrogatório e suplício. 

C

Existe mais de um tipo de tortura, os quais não se associam.

D

No texto, “supremo opróbrio” é o ponto máximo a que se pode chegar em tortura. Isso se dá quando a tortura física atinge os níveis psicológico e moral.

6b3db589-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Homonímia, Paronímia, Sinonímia e Antonímia, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Conservou-se no extrato transcrito o título do texto de onde ele foi extraído, “A dor”, mas, em nenhum momento, o vocábulo dor é empregado. Parece até que a ideia-núcleo do texto é a tortura de tanto que essa palavra aparece. O leitor, porém, deve estabelecer as relações que o levarão a justificar o título. Leia o que se diz sobre a questão.


I. Há entre dor e tortura uma relação de semelhança que leva o leitor a associar as duas.

II. Existe, no texto, uma retomada do título por meio de palavras ou expressões que remetem, indiretamente, à palavra “dor”, que, por sua vez, tem uma relação de contiguidade com o vocábulo “tortura”.

III. Há, no texto, um jogo com o vocábulo “suplício” e as suas variadas acepções. “Suplício” (linha 21) tanto pode nomear a própria tortura como o que a tortura provoca.


Está correto o que se diz em 


A

I, II e III. 

B

I e II apenas. 

C

I e III apenas.

D

II e III apenas.

6b4155d7-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

O primeiro parágrafo contém elementos que dão ao leitor condição de, partindo da perspectiva do torturador, tirar conclusões acerca da lógica do sistema que tortura e, consequentemente, dos torturadores. Marque V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.


( ) Se o preso fala e diz o que o torturador quer saber, não há por que condenar a tortura.

( ) Na relação torturador/torturado, só interessa ao primeiro a confissão do segundo.

( ) A lógica da teoria da funcionalidade da tortura está resumida em uma frase atribuída a Maquiavel: Os fins justificam os meios.


Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:


A

V, V, V.

B

V, F, V.

C

F, F, V.

D

V, V, F.

6b44cb63-b9
UECE 2014 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Assinale a opção que NÃO expressa com clareza a funcionalidade da tortura. 


A

“O preso não quer falar, apanha e fala.” (linhas 2-3) 

B

“Quando a vítima fala, suas respostas são produto de sua dolorosa submissão à vontade do torturador, e não das perguntas que ele lhe fez.” (linhas 23-26)

C

“A mente insubmissa torna-se vítima de sua carcaça, que é, a um só tempo, repasto do sofrimento e presa do inimigo.” (linhas 39-42)

D

“nos cárceres soviéticos milhares de presos confessaram coisas que jamais lhes haviam passado pela cabeça.” (linhas 27-29)

06ce1564-b9
UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Intertextualidade, Coesão e coerência, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

A letra da canção apresenta recursos expressivos que remetem a fatores de textualidade responsáveis pela construção do sentido.
Considerando esse aspecto, é correto afirmar que


A
a intertextualidade está predominantemente pautando o texto.
B
a coesão textual é construída marcadamente por repetições de palavras.
C
a informatividade é fortemente afetada pela ausência de elementos verbais.
D
a coerência está comprometida, porque há uma lista aleatória de coisas e lugares.
06ca8567-b9
UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Alguns trechos da letra da canção Pela Internet sugerem a importância da Internet para a inclusão digital do ponto de vista socioeconômico. Atente para os trechos da canção, apresentados a seguir, e assinale aquele que NÃO condiz com essa proposição.


A
“Juntar via Internet/ Um grupo de tietes de Connecticut” (linhas 171-172).
B
“Um hacker mafioso acaba de soltar/Um vírus para atacar os programas no Japão” (linhas 175-176).
C
“Que aproveite a vazante da infomaré/ Que leve um oriki do meu velho orixá” (linhas 160- 161).
D
“Eu quero entrar na rede para contactar/Os lares do Nepal, os bares do Gabão” (linhas177- 178).
06c77671-b9
UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

No texto da letra da canção, o autor utiliza termos como website, homepage, gigabytes, e-mail, hot-link, hacker, entre outros. Isso significa que


A
os termos pertencem a um campo vocabular específico, sendo possível, principalmente, aos que transitam no espaço virtual, a recuperação do sentido.
B
o vocabulário inclui palavras estrangeiras como estratégia para louvar o apego às questões culturais de outros países.
C
os estrangeirismos, ao serem substituídos por palavras da língua portuguesa, tornariam o texto confuso.
D
os empréstimos linguísticos empobrecem o texto, dificultando a comunicação, pois essas palavras são vazias de significação.
06bbbf10-b9
UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Intertextualidade, Coesão e coerência, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

A escritora Djamila Ribeiro é apresentada de diversas formas, ao longo do texto: partes do seu nome, pronomes, profissão e papel social. Isso ocorre para que a tessitura do texto se faça a partir do princípio de


A
intertextualidade, porque há referências explícitas a outros textos para a construção da imagem da escritora.
B
coesão, porque a retomada do referente por diversos recursos ajuda a construir a imagem da escritora e a encadear as informações.
C
informatividade, porque é necessário elencar o maior número de informações acerca do racismo, sob risco de não compreensão do texto.
D
situacionalidade, porque a construção de contextos faz com que o leitor recupere o tempo e o espaço da notícia.
06c4687c-b9
UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

No texto da letra da canção Pela Internet, percebe-se as intenções do autor de

I. apresentar as tecnologias digitais como possibilidade da ruptura entre tempo e espaço para o desenvolvimento de práticas socioculturais diversas.
II. discutir a metáfora do oceano para a concepção do espaço virtual que liga locais e culturas tão diversas entre si.
III. confrontar culturas que se ligam por oceanos, demonstrando o interesse por movimentos náuticos para o transporte de informações.

Estão corretas as complementações contidas em


A
I e III apenas.
B
II e III apenas.
C
I, II e III.
D
I e II apenas.
06ae7153-b9
UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Para construir uma linha argumentativa, é correto afirmar que o texto 3

I. elenca, predominantemente, argumentos contrários à temática do racismo.
II. apresenta, majoritariamente, opiniões sustentadas pela autoridade de quem as emite.
III. conduz à temática da notícia, pautando-se, principalmente, nas palavras de Djamila.

Estão corretas as complementações contidas em


A
I, II e III.
B
II e III apenas.
C
I e II apenas.
D
I e III apenas.
06b155bc-b9
UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Atente para as seguintes informações sobre o texto 3:

I. Trata do posicionamento de dois autores (Djamila Ribeiro e Antônio Prata) acerca do racismo e de suas implicações.
II. Apresenta o negro e o branco como opostos em um sectarismo prejudicial aos brancos, porque estes perdem privilégios.
III. Afirma que a falta de diversidade na literatura e no cinema é prejudicial para o crescimento do Brasil.

É correto o que se afirma somente em


A
II.
B
I e II.
C
III.
D
I e III.
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UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Coesão e coerência, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Há palavras ou expressões que exercem a função de estabelecer a coesão textual, colaborando para maior clareza e organicidade na transição de trechos e/ou parágrafos. Esses elementos também apresentam o direcionamento argumentativo do texto e trazem em si uma carga semântica.
Considerando a relação entre os termos e o que expressam, assinale a afirmação FALSA.


A
Em “A patrulha da Rota mata", afirmou, em consonância com o discurso de Djamila” (linhas 115-116), a expressão destacada apresenta a ideia de consequência.
B
Em “Depois de 300 anos de escravidão, o ideal seria que os negros ficassem tomando piña colada no Caribe” (linhas 79-81), o termo destacado apresenta a ideia de tempo.
C

Em “(...) mesmo com o espaço lotado, o público se aglomerou para ver o debate do lado de fora” (linhas 100-102), a expressão destacada apresenta a ideia de concessão.

D
Em “(...) pessoas brancas que não se reconhecem também como parte de uma identidade.” (linhas 143-145), o termo destacado apresenta a ideia de adição.
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UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Atente para as seguintes afirmações sobre o poema Ausência:

I. Pode-se considerar que o eu lírico do poema, inicialmente, sentia falta de alguém ou alguma coisa. No entanto, com o passar do tempo, ele ignorou esse sentimento e não sofre mais.
II. É possível afirmar que, de tanto sentir falta de uma pessoa ou de algo que estava ausente, o eu lírico, através de sua experiência, passou a sentir que essa pessoa ou esse objeto estava presente.
III. O eu lírico sempre lastimou a ausência da pessoa amada ou a falta de algo, no entanto, após ter sido roubado, parou de lastimar a ausência, porque descobriu que a vida é para rir e para dançar.

É correto o que se declara em

A
I e II apenas.
B
I, II e III.
C
I e III apenas.
D
II e III apenas.
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UECE 2019 - Português - Interpretação de Textos, Coesão e coerência, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Carlos Drummond de Andrade foi um dos maiores representantes do Modernismo brasileiro, também se destacando pelos seus poemas. Considerando esse aspecto, atente para o que se afirma a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) Drummond foi um dos mais importantes representantes da Poesia de 30.
( ) O poema Ausência possui versos livres (sem métricas) e brancos (sem rimas).
( ) A linguagem impessoal era característica dos poetas modernistas da 2ª Geração.
( ) Carlos Drummond de Andrade abordava temas variados e cotidianos em sua poesia.

A sequência correta, de cima para baixo, é: 

A
V, F, V, F.
B
F, V. F, F.
C
V, V, F, V.
D
F, F, V, V.