O título Canção do ver reúne duas esferas diferentes dos sentidos humanos: audição e visão.
No entanto, no decorrer do poema, a visão predomina sobre a audição.
Os dois elementos que confirmam isso são:



Agora ele estava tão verdinho! (v. 4)
De modo diferente do que ocorre em passarinhos, o emprego do diminutivo, no verso acima, contribui para expressar um sentido de:


É uma imagem verdadeiramente surreal, (l. 17)
Na argumentação desenvolvida pelo autor, a imagem do porta-malas do carro da polícia expressa sentidos ambivalentes em relação à violência.
Esses sentidos podem ser definidos como:

Pois assim como Amarildo é aquele que desapareceu das vistas, e não faz muito tempo, Cláudia é aquela que subitamente salta à vista, e ambos soam, queira-se ou não, como o verso e o reverso do mesmo. (l. 22-24)
Neste trecho, para aproximar dois casos recentemente noticiados na imprensa, o autor emprega um recurso de linguagem denominado:


No início do texto, ao expressar sua indignação em relação ao tema abordado, o autor apresenta uma reflexão sobre o emprego de adjetivos.
Essa reflexão está associada à seguinte ideia:


Por meio de aspectos gráficos, o cartum sugere o caráter generalizante que pode ter um preconceito.
Um aspecto que aponta para essa generalização é:


A QUESTÃO REFERE-SE AO romance a hora da estrela,
de Clarice Lispector .


A sequência das falas indica uma compreensão do que seja esperança.
O recurso não verbal que reforça essa compreensão é: