Questõesde UERJ sobre Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

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UERJ 2012 - Português - Interpretação de Textos, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética., Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

No último parágrafo (linhas 33 a 35), o autor se refere à plenitude da linguagem poética, fazendo, em seguida, uma descrição que corresponde à linguagem não poética, ou seja, à linguagem referencial.

Pela descrição apresentada, a linguagem referencial teria, em sua origem, o seguinte traço fundamental:

Sobre a origem da poesia


A
o desgaste da intuição
B
a dissolução da memória
C
a fragmentação da experiência
D
o enfraquecimento da percepção
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UERJ 2012 - Português - Interpretação de Textos, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

Pode-se definir “metalinguagem” como a linguagem que comenta a própria linguagem, fenômeno presente na literatura e nas artes em geral.

O quadro A perspicácia, do belga René Magritte, é um exemplo de metalinguagem porque:

A
destaca a qualidade do traço artístico
B
mostra o pintor no momento da criação
C
implica a valorização da arte tradicional
D
indica a necessidade de inspiração concreta
0470ec0e-60
UERJ 2011, UERJ 2011, UERJ 2011 - Português - Interpretação de Textos, Tipologia Textual, Coesão e coerência, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

Na coesão textual, ocorre o que se chama catáfora quando um termo se refere a algo que ainda vai ser enunciado na frase.


Um exemplo em que o termo destacado constrói uma catáfora é:

A

Como se ela restituísse, (l. 7)

B

Pode ser que essas suposições tenham algo de utópico, (l. 17)

C

não numa partícula verbal externa a elas, (l. 22-23)

D

No seu estado de língua, no dicionário, as palavras intermedeiam (l. 30)

0460f9e3-60
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a poesia aponta para um uso muito primário da linguagem, que parece anterior ao perfil de sua ocorrência nas conversas, nos jornais, nas aulas, conferências, discussões, discursos, ensaios ou telefonemas. (l. 4-6)


A comparação entre a poesia e outros usos da linguagem põe em destaque a seguinte característica do discurso poético:

A
revela-se como expressão subjetiva
B
manifesta-se na referência ao tempo
C
afasta-se das praticidades cotidianas
D
conjuga-se com necessidades concretas
045402bc-60
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Pode-se definir “metalinguagem” como a linguagem que comenta a própria linguagem, fenômeno presente na literatura e nas artes em geral.


O quadro A perspicácia, do belga René Magritte, é um exemplo de metalinguagem porque:

 

 A perspicácia, de RENÉ MAGRITTE (1936) http://rene-magritte-paintings.blogspot.com

A
destaca a qualidade do traço artístico
B
mostra o pintor no momento da criação
C
implica a valorização da arte tradicional
D
indica a necessidade de inspiração concreta
7b1fd6ad-5f
UERJ 2011 - Português - Interpretação de Textos, Tipologia Textual, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética., Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Normalmente, é possível omitir elementos de construção de frases sem dificultar a compreensão do leitor, uma vez que ficam subentendidos pelo conjunto da própria estrutura ou pela sequência em que se apresentam.

O exemplo do texto em que há omissão de elementos de construção de frases, sem prejuízo da compreensão, é:


A
com o decorrer do tempo, ia-me parecendo cada vez mais difícil, quase impossível, redigir esta narrativa. (l. 3-4)
B
Se ele existisse, ver-me-ia propenso a consultá-lo a cada instante, mortificar-me-ia por dizer com rigor a hora exata de uma partida, (l. 18-19)
C
Afirmarei que sejam absolutamente exatas? Leviandade. (l. 25)
D
Com esforço desesperado arrancamos de cenas confusas alguns fragmentos. Dúvidas terríveis nos assaltam. (l. 30-31)
7b1481b2-5f
UERJ 2011 - Português - Interpretação de Textos, Tipologia Textual, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética., Redação - Reescritura de texto, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

Em sua reflexão acerca das possibilidades de recompor a memória para escrever o livro, o narrador utiliza um procedimento de construção textual que contribui para a expressão de suas inquietudes.

Tal procedimento pode ser identificado como:


A
encadeamento de fatos passados
B
extensão de parágrafos narrativos
C
sequência de frases interrogativas
D
construção de diálogos presumidos
cfcf2e35-94
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Os três benefícios fundamentais da leitura apresentados no texto são listados numa determinada ordem.

Essa ordem mostra uma organização na seguinte direção:


A
racional para emocional
B
abstrato para concreto
C
factual para ficcional
D
individual para social
cfb26467-94
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O texto é centrado na expressão onomatopaica blablablá, que normalmente se escreve no lugar de uma longa fala irrelevante. A autora, no entanto, lhe empresta outro sentido e outra função.

No texto, a expressão os blablablás se refere àqueles que:


A
tratam de assuntos banais
B
reprimem pessoas desatentas
C
discutem ética de espectadores
D
falam em momento inapropriado
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Ao longo da reportagem, observa-se o uso de uma linguagem informal, registro que estaria mais próximo do usado pelo leitor.

Um claro exemplo desse registro informal da linguagem está em:


A
O verdadeiro Superman era um pacato contador passando férias num resort ao norte de Nova York. (l. 1-2)
B
Lá mesmo, pediu para desenhar o moço que serviria de modelo para os quadrinhos dali em diante. (l. 5-6)
C
Nos gibis, oscilou entre mais e menos sarado. (l. 9)
D
Weiss cresceu comparando o rosto do pai ao desenho pendurado na sala de casa. (l. 13)