Questõesde FAMERP 2016 sobre Geografia

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Foram encontradas 7 questões
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FAMERP 2016 - Geografia - Cartografia, Projeções e Representações

As cartas topográficas oferecem aos seus leitores a localização precisa dos fenômenos geográficos, permitindo identificar, com grande nível de detalhamento, suas posições

A
regional e relacional.
B
estática e dinâmica.
C
quantitativa e qualitativa.
D
real e escalar.
E
planimétrica e altimétrica.
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FAMERP 2016 - Geografia - Impactos e soluções no meio urbano

    As cidades, normalmente, são as mais afetadas por inundações, enchentes e deslizamentos. Muito embora as inundações sejam fenômenos naturais, as mudanças nas formas de uso e ocupação nas cidades incrementam esses fenômenos, que se tornam potencialmente mais perigosos.

(Mirian V. F. Barros et al. “Vulnerabilidade socioambiental à inundação”. Confins, no 24, 2015. Adaptado.)

Caracterizam exemplos de intervenções nas cidades que potencializam os fenômenos naturais de inundação

A
a construção de “piscinões” e a ocupação de mananciais.
B
a impermeabilização do solo e o desassoreamento dos rios.
C
a dragagem dos rios e a remoção da mata ciliar.
D
a interferência nos cursos d’água e o descarte irregular de lixo.
E
a adoção de barragens e o emprego de cisternas nos imóveis
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FAMERP 2016 - Geografia - Geografia Física, Vegetação

A partir de conhecimentos acerca das formações vegetais no Brasil, é correto afirmar que a Mata dos Cocais caracteriza uma mata de transição entre

A
o Cerrado e o Pantanal.
B
a Mata Atlântica e a Mata de Araucárias.
C
a Mata de Várzea e a Mata de Igapó.
D
os Mangues e a Vegetação Litorânea.
E
a Floresta Amazônica e a Caatinga.
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FAMERP 2016 - Geografia - Geografia Física, Clima

Gradiente térmico


(Elian A. Lucci et al. Território e sociedade no mundo globalizado, 2014.)


O gradiente térmico ilustrado na imagem é explicado pela

A
absorção da radiação solar na superfície, que compensa a falta de capacidade da atmosfera de absorver calor.
B
orientação das vertentes, que demonstra diferenças provocadas pela incidência irregular dos raios solares.
C
rarefação do ar em altitude, que compromete a capacidade da atmosfera de conservar calor.
D
dificuldade de circulação do ar em superfície, que indica a plena atuação de massas de ar dissipando o calor em altitude.
E
zona de baixa pressão em altitude, que dificulta a chegada de ventos quentes às camadas mais altas da atmosfera.
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FAMERP 2016 - Geografia - Geologia

Os terremotos e os tsunamis são eventos que passaram a ser melhor compreendidos com o estudo da estrutura interna da Terra, especialmente a partir da

A
verificação da alta densidade dos materiais que compõem a crosta terrestre, cuja composição, rica em magnésio, ferro e silício, promove falhas e rupturas.
B
descoberta do campo magnético gerado pelo núcleo terrestre, cuja interferência provoca instabilidade na consolidação do embasamento rochoso.
C
identificação das espessuras de cada camada, cuja proporcionalidade explica a fragilidade da porção mais externa.
D
constatação de que a crosta terrestre é descontínua e fragmentada, cujos fragmentos respondem à convecção do magma.
E
coleta de amostras ao longo das diferentes camadas, cujos materiais permitiram identificar graus de porosidade e resistência distintos.
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FAMERP 2016 - Geografia - Pirâmide etária, População

O demógrafo e economista José Eustáquio Alves, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falou sobre o bônus demográfico, momento que segundo o especialista, acontece apenas uma vez na história de cada país. “É o momento em que a pirâmide está se transformando. Depois, ele passa e chega o envelhecimento populacional”, constatou.

(www.unicamp.br. Adaptado.)

O momento do bônus demográfico corresponde, na estrutura populacional de um país,

A
ao aumento da taxa de natalidade.
B
à redução da razão de dependência.
C
à contração do sistema previdenciário.
D
ao avanço do desemprego estrutural.
E
à manutenção do crescimento horizontal.
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FAMERP 2016 - Geografia - Agropecuária, Questão Fundiária

Contextualizada pelas questões do espaço agrário brasileiro, a grilagem em áreas rurais é corretamente compreendida como

A
a ocupação, por grandes agricultores, de terras abandonadas, os quais se valem da possibilidade futura de exercer o usucapião.
B
a desapropriação de glebas pelo poder público, o qual ressarce financeiramente os proprietários desses espaços.
C
o agenciamento de trabalhadores rurais para áreas de cultivo, os quais são submetidos a condições de trabalho análogas à escravidão.
D
o compartilhamento da mão de obra e de equipamentos necessários à produção, com o acordo de divisão dos lucros.
E
a apropriação ilegal de glebas por especuladores, que utilizam títulos de propriedade falsos.